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Esquece, Ethan! A Senhora Está Noiva do CEO Mais Poderoso romance Capítulo 315

Edson ergueu ligeiramente as sobrancelhas e explicou para Luiza:

— Minha mãe, depois de conhecê-la ontem, disse que simpatizou muito com você.

Luiza não conseguiu evitar um sorriso leve.

— Quando vi a Sra. Íris, senti algo muito acolhedor.

Íris não tinha aquele ar altivo típico de famílias ricas. Ela exalava elegância, mas sem arrogância. Não era de falar muito, mas sua presença era naturalmente cativante.

Edson interpretou o comentário de Luiza como uma gentileza e a conduziu para dentro da casa.

— Mamãe, a Luiza chegou.

Luiza caminhou pela sala de estar e cumprimentou, educada:

— Sr. Durval, Sra. Íris.

Quando Íris olhou para Luiza, seu semblante não era mais tão distante como no dia anterior. Pelo contrário, ela esboçou um leve sorriso e disse suavemente:

— Luiza, vou te dar trabalho, né?

— É meu dever. — Luiza respondeu e se aproximou. — Podemos começar?

Íris assentiu com um “sim” discreto.

Ao ver que ela concordava, Luiza virou-se para Edson e perguntou:

— O quarto é em qual andar?

— No segundo andar. — Respondeu Edson.

Durval empurrou a cadeira de rodas de Íris, acompanhando os dois em direção ao elevador.

Chegando ao quarto, Durval carregou Íris no colo e a deitou cuidadosamente sobre a cama. Nesse momento, Luiza falou com firmeza:

— Vou começar a acupuntura. Sr. Durval, Edson, preciso que vocês saiam da sala por um momento.

Embora o tratamento fosse focado nas pernas, a técnica de acupuntura exigia o estímulo de pontos por todo o corpo, inclusive áreas que poderiam deixá-la desconfortável se houvesse homens presentes. Pensando nisso, Luiza acrescentou:

— Se preferirem, podem pedir a uma empregada para ficar aqui com a gente.

— Não é necessário. — Íris lançou um olhar significativo para o marido e o filho. — Durval, Edson, vocês podem sair.

Durval, um homem acostumado a ser respeitado e temido em Cidade B, olhou para Luiza e inclinou a cabeça em sinal de confiança. Ele disse, sinceramente:

Ao ver uma das agulhas mais grossas que Luiza retirou, Íris demonstrou um leve receio. Luiza percebeu e a tranquilizou:

— Não vai doer. No máximo, você pode sentir uma leve sensação de formigamento.

Por algum motivo, cada palavra de Luiza parecia transmitir uma confiança que acalmava Íris completamente. Ela relaxou e esperou pela aplicação das agulhas.

De fato, o processo foi indolor.

Luiza trabalhava com agilidade e precisão. Em pouco tempo, ela já havia inserido todas as agulhas, de diferentes tamanhos, nos pontos necessários. Após terminar, Luiza levantou-se e foi até a janela. Ela abriu as cortinas por completo, deixando que a luz da manhã inundasse o quarto.

Íris, instintivamente, semicerrava os olhos diante da claridade.

— Luiza, está muito sol…

— A senhora precisa tomar sol. — Luiza respondeu, olhando para o rosto pálido de Íris, quase sem cor. — O sol ajuda a revitalizar o corpo. Nesta hora do dia, a temperatura está amena, perfeita para isso. Agora, o mais importante é focar na sua recuperação.

Os olhos de Íris encontraram os de Luiza, que pareciam tão pacientes e confiantes. Sem hesitar, ela assentiu e decidiu não questionar mais.

No meio do tratamento, uma empregada entrou no quarto para entregar um copo de água para Luiza. Ao ver que o sol batia diretamente em Íris, ela se apressou para fechar as cortinas.

— Não precisa fechar. — Interrompeu Íris, antes que a empregada pudesse tocar no tecido. — Quero aproveitar um pouco o sol.

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