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Esquece, Ethan! A Senhora Está Noiva do CEO Mais Poderoso romance Capítulo 335

Ao notar a expressão de Ethan ligeiramente abalada, Gabriela aproveitou a oportunidade e continuou, com a voz cheia de veneno:

— Estou te avisando, Ethan, a Luiza nasceu para ser uma manipuladora. Quem sabe quantos homens ela já trocou…

Antes que ela pudesse terminar a frase, Ethan deu um passo à frente e agarrou o queixo dela com força. O olhar dele, frio e afiado como uma lâmina, perfurava Gabriela sem qualquer hesitação.

— Se você está com tanta pressa para morrer e ir fazer companhia para o meu irmão, é só falar. E você sabe melhor do que ninguém que eu nunca hesito em usar força, nem contra mulher.

A voz gelada de Ethan parecia ecoar no silêncio, e, ao terminar, ele a empurrou com força contra a lateral do carro antes de se afastar, caminhando a passos largos.

Gabriela sentiu o impacto nas costas, que bateram com força contra o metal rígido do veículo, provocando uma dor aguda. Mas o que dominava sua mente naquele momento era o medo. Um medo que subia pela espinha e deixava claro: ela não deveria ter provocado Ethan.

Os pneus do carro rugiram enquanto o veículo dele desaparecia à distância. Só depois que ele partiu, Gabriela se segurou na lateral do carro para recuperar o equilíbrio, endireitou o corpo e entrou na mansão.

Assim que cruzou a porta, Michel, seu filho, largou os brinquedos no chão e correu em sua direção com os braços abertos:

— Mamãe! Vamos jantar!

— Sim, vamos. — Gabriela sorriu, passando a mão pelos cabelos do menino, e o levou pela mão até a sala de jantar.

Rebeca não estava em casa, e Dona Paula já havia deixado claro que não jantaria naquela noite, então seriam apenas Gabriela e Michel na mesa.

Os empregados começaram a trazer os pratos para a mesa enquanto Gabriela puxava uma cadeira e se sentava. No entanto, no momento em que se acomodou, um cheiro forte e enjoativo tomou conta de suas narinas. Ela não conseguiu evitar: levou a mão à boca e correu para o banheiro, onde vomitou compulsivamente.

Depois de alguns minutos, ela voltou para a sala de jantar com o rosto pálido e apontou para um dos pratos, que continha peixe frito. Sua voz estava carregada de raiva:

— O que significa isso? Minha sogra e minha avó não jantam, e vocês acham que podem nos servir qualquer coisa? Eu e meu filho merecemos ser tratados com tanta negligência assim? Vocês acham que um simples peixe frito, feito de qualquer jeito, é suficiente? Olhem bem para isso, está com um cheiro horrível!

Os empregados da cozinha ficaram surpresos com o ataque repentino e se apressaram em se justificar:

— Sra. Gabriela, garantimos que não negligenciamos nada. A receita e o preparo foram exatamente os mesmos de sempre...

Gabriela soltou uma risada fria, cheia de sarcasmo:

— Está me dizendo que eu estou inventando? Que eu estou sendo implicante?

No meio da frase, ela congelou. Seu coração começou a bater descompassado enquanto uma ideia terrível se formava em sua mente.

Alguns segundos depois, Gabriela se levantou de repente, como se tivesse levado um choque, e correu para o quarto. Com as mãos trêmulas, ela abriu uma gaveta e começou a revirar tudo até encontrar o que procurava: um teste de gravidez. Sem perder tempo, trancou-se no banheiro.

Os poucos minutos que passou esperando o resultado pareceram uma eternidade, e ela quase esqueceu como respirar. Quando finalmente olhou para o teste, duas linhas vermelhas apareceram claramente.

A visão das linhas fez o sangue de Gabriela ferver. Ela jogou o teste contra a parede com força e, em seguida, varreu todos os produtos de higiene e cosméticos do balcão, que caíram no chão com estrondo.

Ela estava grávida! E o pior: o pai era o bastardo horroroso da família Fonseca, Gael.

Gabriela sentiu a raiva tomar conta de si. Com as mãos trêmulas, ela começou a socar o próprio abdômen, como se quisesse apagar aquela realidade absurda.

Ela lembrou-se de como Gael havia insistido naquela noite, recusando-se a usar preservativo. Ele havia garantido que tinha azoospermia e que ela não poderia engravidar. Mas, no final, tudo não passava de uma mentira.

Completamente fora de si, Gabriela amaldiçoou todos os responsáveis pela sua situação. Joana, aquela velha manipuladora. Gael, o bastardo mentiroso. E, acima de tudo, Luiza!

No fundo, Gabriela sabia que esse filho deveria ser da Luiza. Aquela mulher desprezível deveria ser a única a carregar o peso de um bastardo como aquele.

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