Fazia alguns dias que os dois não se viam. Ele tinha mudado o voo de última hora só para voltar mais cedo e, agora, a mulher em quem ele tinha pensado sem parar estava ali, inteira, nos braços dele. Gustavo já tinha perdido a cabeça fazia tempo.
Mesmo assim, quando ele ouviu o que ela disse, ele se forçou a segurar um pouco a onda. Ele soltou, a contragosto, os lábios dela e virou o rosto, abocanhando o lóbulo da orelha dela, mordendo ora de leve, ora com mais força:
— Hum… Que assunto é esse? Fala. Eu tô ouvindo.
A mão grande com que ele acariciava o corpo dela também não ficou quieta um segundo.
Ninguém sabia ao certo em que momento Gustavo tinha conseguido prensar Luiza contra a parede, mas, quando ela se deu conta, ele já a mantinha ali, e a outra mão dele descia, lentamente, rumo ao corpo dela.
Luiza sempre soube que ele era inteligente. Ela só não imaginava que, na cama, ele também tivesse uma capacidade de aprendizado tão absurda.
Assim que a mão áspera dele escorregou para baixo, ele percebeu, com facilidade, cada pequena reação dela.
Mas ele parecia achar pouco. Quanto mais ela se entregava, mais ousado ele ficava.
Naquele terreno, ele sabia exatamente do que ela gostava e do que ela não gostava. Ele conhecia o corpo dela como ninguém.
Luiza estava sendo provocada até o limite. Ela ficou entre envergonhada e irritada, mordeu o lábio e, ainda assim, conseguiu perguntar, ofegante:
— Você… Você prefere que o bebê seja menino ou menina?
Ela, no início, nem tinha pensado em contar aquilo nessa situação.
Só que era tanta vontade de dividir logo a notícia com ele, que ela não aguentou. Ela queria ver se ele ia ficar surpreso, se ele ia se emocionar.
O garoto que tinha crescido ao lado dela, agora, estava prestes a se tornar pai.
A mudança de assunto foi tão brusca que Gustavo levou um instante para reagir. Ele precisou de alguns segundos para entender o que, exatamente, ela estava perguntando.
Na cabeça dele, aquele bebê sempre tinha sido quase um assunto proibido.
A mulher que ele mais amava no mundo carregava um filho no ventre — um filho que, teoricamente, não era dele.
Por isso, o movimento da mão dele também parou um pouco. Uma mão dele desceu até a cintura dela, e a outra se apoiou com carinho na barriga, que começava a despontar:
— Menino.
A voz dele ainda vinha rouca de desejo, quase falhando, mas a resposta saiu firme, sem hesitação, como se fosse algo que ele já tivesse decidido há muito tempo.
Ele queria um filho homem.
Luiza piscou, surpresa, e acabou retrucando no impulso:
— Você não quer menina?
Gustavo tinha só começado a responder, quando Luiza cortou a fala dele no meio e devolveu, direto, para Sarah:
— Sarah, não precisa trazer nada, não. Ele já vai descer pra comer.
Assim que ela terminou, ela começou a empurrar o homem porta afora.
Quando ela viu que ele não se mexia, ela sentiu uma irritação estranha subir, sem muita lógica. Ela deu alguns passos mais rápidos até a porta, girou a maçaneta e escancarou.
Sarah e Gustavo ficaram se encarando, um de cada lado.
Gustavo apertou a ponte do nariz entre os dedos e olhou de lado para Luiza:
— Você não vai descer?
Sarah percebeu na hora que os dois tinham batido de frente por alguma coisa. Então, ela entrou no coro:
— Vai sim, Luiza. Eu fiz um mingauzinho de abóbora pra você. Desce pra comer um pouco também.
Luiza lançou um sorriso que não chegou nos olhos para Gustavo e, só então, respondeu para Sarah:
— Eu, por enquanto, não quero descer.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esquece, Ethan! A Senhora Está Noiva do CEO Mais Poderoso
a história está se perdendo, a autora deveria se atentar! ja esta ridículo, péssimo de ler...
ja esta a mais de 200 capítulos com todo mundo, menos a Luiza, sem saber quem é a família biológica. Muita enrolação...
Perdendo o estímulo pra acompanhar, Tá muito cansativa a estória, excluiu vários e está envolvendo outros personagens para sustentar. Mas está sem graça. Melhor finalizar....
Esse livro é uma desgraça, desistindo. Quem escreveu precisa se aposentar....
Mas que chatice! Toda vez essa enrolação, fala que vai oficializar o divórcio tem 50 capítulos já! Saco!...
Nos capítulos 300 e pouco parece que a história perde a consistência. Lilian parece ter esquecido algumas coisas sobre Luiza e Gustavo. Ale disso muitas coisas acontecem de forma forçadamente conveniente e até pouco criativas. Tá difícil continuar....
A história tem um plot super interessante, porém a experiência é estragada com 50 capítulos que são pura enrolação, 50 capítulos que não precisavam existir porque já descrevem tramas que apareceram e foram resolvidas, a formatação da capítulos é sofrível com diálogo sendo divididos em capítulos minúsculos e estragando o ritmo narrativo e o aparente abandono dos personagens principais no final da história. Poderia ser uma excelente, mas a execução e o layout estragaram tudo...
A história era da Luiza, do Ethan e do Gustavo, agora, parece, que a autora se perdeu.... Eles nem aparecem na história. O que está escrevendo seria material para um outro livro. Se eu dissesse que é meu ridículo, estaria errada.... é totalmente ridículo!...
Capítulo 787 e do nada agora precisa pagar para ler, esqueceram a Luiza que pasmem ainda está grávida, não sabe sobre a família verdadeira, não fala de casamento com o Gustavo e a Nina não divorciou. O enredo da história é ótimo a intenção foi ótima, a execução foi péssima, a história enrola mto, um vai e volta no passado que chega a dar ânsia, mtos capítulos eu passei direto pq aquele vai e volta aquela explicação dava dor de cabeça, fora que a forma como falam dos personagens até quando falam das roupas, da fisionomia deixam mto a desejar. Agora q história tá focada na Nina, gente que livro ruim...
comecei a ler pq amei como a luiza era esperta e bem resolvida. agora ela tá completamente infantil. o problema dessa história é as pessoas não abrirem a boca pra falar, acham que os outros tem bola de cristal ou são videntes. coisa chata...