Um sorriso educado surgiu no rosto de Félix.
“Claro que não. A senhora raramente sai, sua presença no coquetel da Pederneira Verde nos deixa imensamente honrados. Seja muito bem-vinda.”
A Sra. Palma ouviu o tom dele, que soava como se ele e Celina fossem uma família, e seus lábios se contraíram.
Antes, era com a Família Palma que ele parecia ser uma família.
“Faz vários dias que você não vai ver o Sr. Palma, não é?”
Félix assentiu com franqueza. “Celina estava no hospital, eu não podia sair. A senhora não sabia?”
A Sra. Palma ficou sem palavras.
Geraldo se aproximou no momento oportuno. “Seja bem-vinda, Sra. Palma. Por favor, entre.”
Só então a Sra. Palma assentiu e entrou com Agnes.
Na verdade, os convidados desta noite não eram complexos; eram apenas as principais figuras da indústria da Cidade Zeus. Nem mesmo Guilherme tinha qualificação para ser convidado.
Janaina ajudou Celina a entrar na sala de descanso.
Assim que a porta se fechou, ela se aproximou e sussurrou: “Sandra e a filha se infiltraram como garçonetes do nosso coquetel. Acho que elas planejam algo grande para esta noite.”
Celina estava sentada no sofá, massageando a testa. Ao ouvir isso, ela ergueu levemente as pálpebras.
“Ainda não desistiram?”
Janaina baixou ainda mais a voz. “Clara trouxe um remédio, é para o Sr. Leite.”
Celina hesitou por um segundo e de repente sorriu.
“Eu estava prestes a lidar com Agnes, e não esperava que ela viesse de bandeja para servir de bode expiatório. Parece que minha sorte está mudando, encontrar uma coisa boa dessas.”
Janaina, iluminada por suas palavras, sorriu também.
“Parece divertido. Diga-me logo o que fazer.”
...
Nesse momento, Sandra e sua filha estavam se regozijando na área de apoio temporária.
Elas conseguiram entrar usando identidades falsas para se candidatar a uma empresa de serviços terceirizada. O processo foi muito tranquilo, ninguém suspeitou de nada.

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