Serena pegou a taça de vinho e, com um sorriso gelado, atirou-a ao chão no segundo seguinte.
— Você não disse que eu, a Sra. Costa, sou todo-poderosa? Pois bem, na minha qualidade de Sra. Costa, eu anuncio: o Grupo Glória jamais cooperará com a Orion. Jamais!
Ronaldo, ao ouvir aquilo, não demonstrou pressa ou pânico. Em vez disso, ergueu a taça que segurava em um brinde a Serena e, em seguida, bebeu tudo de um só gole.
— Serena, permita-me dar-lhe um conselho como alguém mais velho. É bom deixar uma porta aberta na vida. Não feche o caminho dos outros, para que o seu próprio caminho também não seja fechado.
— Que ancião o quê!
— Criança, estou fazendo isso para o seu bem.
— Nojento!
Ronaldo balançou a cabeça e suspirou, mas logo depois sorriu, afirmando com convicção:
— Nós vamos cooperar. Com certeza.
— Pode tirar o cavalinho da chuva!
Nesse momento, Xavier saiu da sala de jantar. Caminhava cambaleante, com o rosto ainda roxo e inchado dos golpes que ela lhe dera. No entanto, a submissão e o servilismo de antes haviam desaparecido, substituídos por um sorriso sarcástico e um olhar cruel.
— Parece que o seu primo já foi procurá-la.
Serena cerrou os punhos.
— Foi você que o procurou!
— Exato. E tudo graças a você, que me contou sobre sua vida com sua família adotiva.
— Xavier!
— O que ele lhe disse? Que você foi para a cama com seu pai adotivo? Ou que você e sua mãe se uniram para matá-lo?
Serena avançou e empurrou Xavier com força. Depois que ele bateu na parede, ela o prendeu contra ela, pisando em seu abdômen.
— Eu posso processar vocês por difamação!

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