Serena olhou e viu que era a Sra. Costa quem havia chegado. Como uma rainha soberana, ela entrou cercada por uma multidão, com o queixo levemente erguido, exalando um ar de superioridade.
Mas, ao perceber que ela também usava um vestido de noite preto, com um modelo muito semelhante ao seu, Serena franziu a testa.
Não podia ser coincidência!
E, de fato, ela viu Ofélia seguindo de perto a Sra. Costa, posicionando-se ao seu lado e recebendo, junto com ela, os olhares de bajulação e inveja da multidão.
Naquele momento, era como se Ofélia fosse a nora da Família Costa.
— Parece que a Sra. Costa não gosta mesmo da Serena. Do contrário, não teria vindo com a senhorita da Família Branco em vez da própria nora.
— A família da Srta. Branco é muito poderosa, não se compara com aquela Serena. Se eu fosse a Sra. Costa, também preferiria a Srta. Branco como nora. Pena que não pode controlar o coração do filho.
— Aquela Serena só tem um rostinho bonito. Mas em uma família rica, beleza não é suficiente para se firmar. A atitude da Sra. Costa foi como um tapa na cara dela.
Algumas mulheres comentavam ali perto, obviamente sem notar a presença de Serena no canto.
E Serena, claro, não ficaria quieta. Ela interrompeu com um tom neutro:
— Obrigada pelos elogios. Eu realmente tenho um rostinho bonito, mas também tenho caráter suficiente para não falar dos outros pelas costas.
As mulheres se viraram, viram Serena e, constrangidas, se afastaram rapidamente.
Patrícia franziu a testa.
— É óbvio que Ofélia sabia o que você ia vestir esta noite e convenceu a Sra. Costa a usar um vestido da mesma cor e de estilo parecido.
Serena ergueu uma sobrancelha.
— Você também sabe que a Ofélia gosta do Felipe?
Patrícia estalou a língua.
— Isso não é segredo para ninguém.
Serena suspirou.

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