Logan
Isabella estava ali, bem na minha frente, segura e linda como sempre. As duas mechas brancas emolduravam seu rosto, dando um toque especial à sua beleza. Eu nunca, jamais, me cansaria de ouvi-la dizer que me amava. Mas… ouvi-la agora mexeu com todo o meu ser, senti calor até na alma.
— Quero que me faça sua… — Suas palavras me deixaram confuso. Será que ela não se lembrava que já era minha? Fizemos amor na última vez que nos vimos, e logo depois tivemos uma briga estúpida que nos manteve afastados por semanas. Mas então ela se moveu, a firmeza contrastando com a delicadeza, e aproximou aquele lindo pescoço de mim. Sua voz era deliciosa de se ouvir:
— Me marque!
Meu coração saiu do peito e foi parar na boca. Ela tinha rejeitado meu anel, desistido do casamento… e agora queria ser marcada? Eu devia estar sonhando. Tudo isso só podia ser um sonho. Será que ainda estávamos presos em sua mente?
— Logan... — Sua voz me tirou da confusão de pensamentos.
— O que você disse? — Perguntei, ainda atordoado.
Ela sorriu antes de se sentar no meu colo, passando as unhas pelo meu rosto. Ah, Deusa… Os toques dela mexiam com todas as partes do meu corpo, principalmente aquelas que eu não sabia se cabiam ao momento.
— Você já me fez sua de quase todas as maneiras… quase. — Ela levou os lábios aos meus em um beijo doce, com gosto de quero mais. — Agora falta me marcar, para que eu seja sua para sempre.
Ela continuava acariciando meu rosto. Fechei os olhos, absorvendo aquelas palavras.
— Logan, qual o problema? — Havia preocupação em sua voz. Sorri com sua pergunta. Enquanto eu temia que aquilo não fosse real, ela temia que eu recusasse marcá-la.
Abri os olhos e me perdi em suas hipnotizantes safiras.
Sem dizer uma única palavra, tomei sua boca na minha. Meu beijo foi suave, lento no início, pois queria demonstrar meu amor. Precisava mostrar que não havia espaço para os seus medos, pois o que eu mais queria era marcá-la de uma vez.
Ajeitei-a no colchão, minhas mãos deslizando sob sua blusinha de pijama. Em um movimento rápido, tirei sua blusa, revelando seus lindos seios. Desci minha boca até eles, fazendo-a arquear em resposta. Isabella adorava a atenção que eu lhes dava.
— Logan... — Meu nome era uma súplica em seus lábios.
Fui descendo minha boca por sua barriga, e com minhas mãos me livrei da calça que ela usava, sua calcinha indo junto no processo. Eu jamais me cansaria de prová-la. Seu gosto era doce como os mais deliciosos morangos, e eu amava aquilo. Meus dedos dançavam dentro dela enquanto minha boca a sugava. Isabella gemia, gritava meu nome, suas mãos enroscadas em meu cabelo. Até que seu corpo explodiu e seu mel preencheu minha boca.
Levantei-me rapidamente e a beijei. Dessa vez, o beijo era faminto, urgente, dividindo seu gosto entre nossos lábios. Suas mãos deixaram meu cabelo e foram até o cós da minha calça.
Isabella a tirou e envolveu meu membro, que já estava pronto para ela. Com nossas bocas ainda coladas, ela sussurrou:
— Me marca, Alfa…
Sua voz estava ofegante e levemente rouca pelo desejo. Intensifiquei o beijo, tirei suas mãos de mim e as prendi acima de sua cabeça. Com minha mão livre, ajeitei-me em sua entrada e, sem aviso, a tomei.
Ela tentou se soltar. Não permiti. Cada movimento meu era firme, intenso. Ela gemeu, arqueando as costas. Meu nome escapou de seus lábios como uma súplica.
— O que está esperando? — perguntou, a voz entrecortada.
Saí de dentro dela, fazendo-a choramingar. Sorri, satisfeito por saber que ela ainda me queria. Em um único movimento, virei-a de bruços, tendo uma linda visão de sua bunda redonda, empinada e convidativa.
Deitei-me sobre ela e comecei a depositar mordidas por todo o seu corpo. Ainda segurava suas mãos sobre a cabeça. Ela gemia, tremia e tentava se soltar. Aquilo só me excitava mais. Passei meu membro por sua entrada de trás e ela arqueou as costas, empinando ainda mais, como um convite silencioso.
Só de imaginar-me ali dentro dela já sentia vontade de gozar, mas tínhamos tempo para isso. Não seria hoje.
Soltei suas mãos e arrumei seus joelhos para que ficasse de quatro para mim. Isabella estava totalmente à minha mercê. Ela se empinava, me convidando, e não precisou dizer duas vezes. Entrei nela com força.
Ela gritou, e eu a possuí, rápido e forte. Agarrei seus cabelos, fazendo-a gemer ainda mais. Não demorou para que explodisse novamente, dessa vez com ainda mais intensidade. Gozei logo depois, enchendo-a com minha semente.
Suas pernas amoleceram e ela cedeu, caindo na cama. Deitei-me ao seu lado, puxando-a para mim. Ambos estávamos ofegantes e suados.
— Por que não me marcou? — Sua dúvida era genuína, mas havia uma pontada de dor em sua voz.
Virei-me para olhar em seus olhos, afastando os fios grudados em seu rosto suado.

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