Fórmula do Amor capítulo 12

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Liguei para o tal Léo e confirmei que amanhã eu estarei lá na parte da manhã, vou dar o meu melhor, e se aquele imbecil falar mais besteira ficará sem uma das pernas.

—E então, está ansiosa para amanhã? Lili pergunta sentando na cama

—Sim. Ela revira os olhos

—Com essa empolgação toda, é capaz de você matar aquele coitado de tanta felicidade. Ela fala debochando.

—Vai procurar o que fazer Lili, não tem nenhum boy hoje na lista não? Aquele outro babaca amigo dele é gatinho. Lili pensa por um tempo.

—Não seria nada mal, acho que ele não se apega também, assim como eu, ótima ideia amiga. Ela sai do meu quarto e eu apenas sorrio com a situação.

Taylor estava fazendo as atividade, depois fomos assistir desenho, Lília saiu de casa já passava das oito da noite, era domingo, dia de sair com o namorado, com o peguete ou até mesmo sozinho, eu que gosto de aproveitar a cada segundo ao lado do meu pequeno, não vejo lugar melhor a não ser do seu lado.

—Mamãe, quando a senhora vai me dar um irmão, ou irmã?

Estava levando um pouco de pipoca até a boca, parei e olhei para ele.

—Filho, a mamãe não pretende ter outro bebê, eu já tenho você, meu coração é apenas seu e pronto. Realmente eu penso assim, no parto dele eu sofri muito, tive uma emorragia, ele nasceu bem fraco, mais graças a Deus ele está bem.

—Mais todos os meus amigos tem irmãos, eu também queria um.

—Filho, vamos falar de outra coisa, quem sabe mais para frente. Falo e deixo ele assistindo, vou até a cozinha e pego um copo de água, eu nunca pensei que ele falaria desse assunto, primeiro que para mim engravidar novamente eu teria que achar uma pessoa que realmente eu amo de verdade. Não quero ter que passar por tudo que passei na gravidez do Taylor, mesmo tendo o apoio da Lili foi difícil não ter o pai dele por perto. Sei que mais para frente vou ter que ficar ao Taylor sobre seu pai, não quero ter que passar por isso novamente.

Depois desse episódio fomos dormir, falei para ele que amanhã terei que começar a trabalhar, ele ficou muito animado, se fosse com outra pessoa eu até poderia ficar feliz, mas sei que meus dias ao lado daquele ogro não será nada fácil.

(Segunda feira)

Faço o café da manhã, Taylor já está pronto para ir a escola, ele toma o café da manhã, e eu vou terminar de me arrumar, troco de roupa, passo desodorante e um perfume fraco importado que Lili me deu de presente.

—Assim você vai deixar o bonitão apaixonado. Lili fala se encostando no batente da porta.

—Muito engraçado, você não vai trabalhar hoje não? Pergunto e ela faz um bico.

—Hoje eu me dei folga, preciso ir ao shopping. Ela fala e sai do quarto.

Sorrio e continuo me arrumando, amarro o cabelo em um rabo de cavalo alto, calço um tênis e pego meu jaleco, sim eu uso jaleco, eu posso não ser uma médica cirurgia, mais uma fisioterapeuta é uma médica.

—Vamos Taylor. Ele termina de comer e pega sua mochila.

Deixo ele na escola e sigo para a casa do tal Cristian, o porteiro me da passagem depois de ligar lá na casa, estacionou o carro de frente a casa, desço e olho para a porta, eu jurei que não voltaria, mais o dinheiro é muito bom, eu posso me manter sem ter que usar o do Henry, na verdade minha intenção é deixar todo o dinheiro para o Taylor, eu precisava do carro para uso de nós dois, o violão que ele tanto queria, eu fiz isso não por mim e sim por nós dois, mais surgiu esse emprego, e mesmo detestando aquele babaca, eu aceitei.

Toco a campainha, demora alguns minutos até a Lúcia abrir.

—Bom dia menina. Ela fala sorridente

—Bom dia, como a senhora está?

—Eu estou bem, e o Cris está lhe esperando no quarto. Olho para ela com surpresa.

—Aonde?

Pergunto.

—Fizemos a biblioteca de quarto, lá tem bastante espaço, será melhor para vocês lá. Ela fala e aponta para uma porta perto

—Ok, obrigada. Vou até a porta e dou duas batidas, ouço ele falar entre e abro a porta, e puta que pariu, ele está sem camisa, ou droga, isso não é nada bom.

—Bom dia. Ele fala com um pequeno sorriso no rosto, volto a minha postura normal.

—Pode se vestir para nós podermos começar?

Ele desmancha o sorriso e pega uma camisa que está na cama, Cristian está começando começando andar com as maletas, pelo que eu vejo o mesmo está com vontade de voltar a andar logo, isso é muito bom, se a pessoa não tiver força de vontade o tratamento demora ainda mais.

seu amigo disse, tem pouco mais de um mês que sofreu acidente, passou um mês usando o gesso, não podemos fazer nada pesado, vou começar massagear o local das fraturas, depois vamos fazer os exercícios, no intervalo de trinta minutos depois dos exercícios nos paramos e fazemos as massagens, se sentir algo fora do comum você pode falar quer eu paro. Falo enquanto ele apenas

pedido ao seu amigo Léo que arrumasse uma maca, é mais fácil acesso do que a cama. Ajudo ele ir até a maca, ele deita e eu pego o gel, é importante fazer a massagem com o gel por que se fizer sem ele a pele fica seca, e pode

o gel. Começo a espalhar por todo o local onde estava o gesso, a pessoa que passa por esse procedimento não sente a pele da mesma forma, varia de pessoas, algumas tem mais sensibilidade na pele, outras já nem sente

pode ir mais devagar, essa é minha perna. Ele fala e eu

discutir com ele, eu sempre fui muito paciente, eu não vou discutir com ele.

dia. Seu amigo fala entrando no

se ela não estivesse querendo arrancar meus pelos.

Mia, ele é sempre mal humorado pela manhã. Léo fala olhando feio para

ligo para pessoas mal humoradas, mal amadas, mal educadas. Falo e ele

me chamando de mal educado? Ele pergunta e eu arqueio a

crianças, aqui não é competição de quem é mal, Cris o que nos combinamos? Léo