Fórmula do Amor capítulo 35

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—Preciso ir. Mia fala levantando da cama.

—Não senhora. Puxo ela por o braço.

—Claro que eu preciso ir, meu filho está com a Lília que precisa sair e resolver as coisas dela. Ela fala me olhando.

—Eu já conversei com ela, e está tudo certo para você só ir embora depois das quatro da tarde. Falo e ela arquear a sobrancelha.

—Enlouqueceu, ela... você, aí Cristian eu não sou mais adolescente. Fala pondo a mão na testa.

—Nenhuma adolescente faria o que você fez aqui comigo hoje. Falo deixando ela levemente corada.

—Falando assim, até parece que foi eu quem tirou sua virgindade. Ela fala sorrindo.

—Não, mais foi a que mais me fez gozar em um dia. Tomo seus lábios em um beijo, meus dedos desliza para seus seios que estão cobertos por uma toalha.

—Não podemos sobreviver apenas de sexo. Ela fala fechando os olhos com o meu toque.

—Você que começou, agora vai ter que aguentar. Sussurro em seu ouvido, os pelos de seu corpo se arrepiam.

—Eu criei um mostro. Ela brinca e vem para cima de mim.

—Por mim Eu esqueceria o mundo e ficaria aqui com você até o último dia da minha vida. Falo olhando em seus olhos castanho escuro.

—Eu também. Mia sorrir, o que essa mulher tem que está me deixando assim, com a Nicole faltava algo, depois de tu que ela me falou é que percebi que era o amor de verdade que estava faltando, não que eu já ame a Mia, por que não sei dizer o que é isso que sinto, mais é algo mais forte que o normal, é um sentimento que me faz querer está ao seu lado sem me preocupar com os problemas lá fora.

Fizemos sexo mais uma vez, eu não me canso de ter ela, mais tem o Taylor que a essa hora já deve está sentindo falta da mãe, e conhecendo ela eu sei que também está com saudades dele.

—Eu vou te levar até seu carro. Falo vestindo uma calça jeans.

—Não precisa, eu pego um taxi. Ela fala arrumando a blusa.

—Já basta não querer almoçar comigo, então vou levar você até o carro. Falo me aproximando dela.

—E se você almoçar com nós? Taylor ficaria muito feliz. Mia passa os braços em volta da minha cintura.

—Você acha?

—Eu tenho certeza, você pode me deixar onde está meu carro e ir para minha casa, eu passo no supermercado e depois vou para casa, enquanto você e o Taylor joga eu preparo nosso almoço. Mia sugere.

—Tudo bem, e a escola dele?

—Ainda estou arrumando a transferência dele, está um pouco complicado tira ele da escola no meio do segundo trimestre. Ela fala suspirando.

—Tudo bem, vamos?

—Sim. Ela sai do quarto na minha frente, olho ela descer as escadas, se eu pudesse ficaria o dia todo com ele no quarto que não iria me cansar de olhar para ela.

—Mia, não esperava ver você aqui hoje. Lúcia fala se aproximando.

—Oi Lúcia. Mia abraça ela que me olha engraçado. —Esses dois dias foi uma loucura, mais eu vou terminar o tratamento do Cris. Ela olha para mim. —Falta pouco dias para terminar. A Nicole sempre fez pouco da Lúcia, eu percebia em seu olhar, mais eu nunca me importei com isso, por que a Lúcia sempre se defendeu muito bem dos venenos dela, mais ver a forma que a Mia trata ela por igual é tão confortante.

—Acho ótimo isso, tem que terminar o tratamento para depois não ficar ruim. Ela fala e se despede da Mia, aviso que vou deixar ela em casa e ela apenas assente com a cabeça.

—Ela é muito legal. Mia fala quando já estamos no carro.

—E o melhor, ela adora você. Falo e ela gargalha.

—Talvez por que ela não sabe o que fizemos hoje. Mia fala olhando para frente.

—Eu acho que ela gosta mais ainda por isso. Mia olha para mim.

—Ela sabe?

—Creio que sim, ela mesma falou que eu gostava de você, e ela não viu você entrando, apenas saindo da minha casa. Mia semiserra os olhos.

—Quer dizer que aquilo de, eu não esperava ver você aqui hoje, foi um teatro?

Mia pergunta de uma forma bem engraçada.

—Talvez, Lúcia me conhece melhor do que eu mesmo. Falo dando total atenção para a estrada.

—Que bom saber. Ela fala e eu paro o carro próximo ao seu.

—Nós se ver na sua casa?

—Sim, daqui a pouco chego lá. Ela fala e me da um beijo rápido, deixo ela no carro e sigo para sua casa.

—Oi Lília. Falo assim que ela abre a porta.

—Vocês não ia ficar na sua casa?

—Sim, mais ela quis vim passar o dia com o filho, e eu entendo e respeito isso. Falo entrando.

—Que bom que você é diferente do seu amigo. Ela fala indo para a cozinha.

—Da um desconto para ele, Léo nunca planejou ter um bebê. Tento amenizar a situação.

—Nossa, sério? Olha que engraçado, eu também não. Lília está com raiva do Léo, eu não posso tirar a razão dela por esta assim, sei que o Léo é explosivo e falou coisas que nunca deveria ser ditas para uma mulher. Percebi que ela não queria falar sobre o assunto, então não falei mais nada.

Ficamos um tempo apenas nos encarando, Taylor desce as escadas e fica eufórico quando me ver.

—Cris, veio jogar comigo?

—Vim sim, e já aviso logo que não vou te dar molesa. Subimos para o quarto dele, Taylor liga o vídeo game e coloca um jogo de futebol. —Tá brincando comigo, essa eu já ganhei. Falo e ele gargalha, e sem dúvida alguma é a mesma gargalhada da Mia.

As horas foram passando, mais não tinha sinal da Mia ter chegado.

—Você pode vim aqui?

Lília pergunta com um olhar preocupado, ela está encostada na porta do quarto e com o celular na mão.

—Não vale roubar viu. Digo olhando para o Taylor.

—Eu vou colocar outro enquanto você volta. Confirmo com a cabeça e saio do quarto.

—A Mia já chegou?

nós olhos dela, algo não está certo e estou com medo da resposta.

—Ela... a Mia está... ela está no hospital. Meu coração gela na hora.

—Como assim, o quê... O que aconteceu com ela?

A aflição já toma conta de mim, tudo isso por que ela está comigo.

—Ela está bem, só teve alguns arranhões, ela não queria que eu te contasse para não te preocupa. Lília fala passando a mão na testa.

—Onde ela está, eu vou lá, quero ver ela. Falo andando de um lado para o outro no corredor.

—Ela já está vindo, deixa ela explicar tá bom, não pressiona ela tá bom. Lília fala pondo a não no meu braço.

vou resolver umas coisas aqui em baixo com a Lili tá, daqui a pouco eu volto para nós terminar aquela partida. Falo olhando para o garoto que não tira a atenção

a sala com a Lília, fico alguns minutos sentado no sofá, outros andando de um lado para o outro

o som da porta se abrindo, olho e Mia olha para

bem. Ela fala antes que eu diga

aproximo dela e puxo seu corpo para junto do

mais isso, eu quero ser o primeiro a ser avisado, qualquer coisa que acontecer com você poderá ser por minha causa. Sussurro ainda abraçado ao seu

você pode deixar nós a sós um pouco?

não responde, mas sai da sala sem falar

para mim. Ela se afasta um pouco, olho em seus olhos. —Nada disso é sua culpa, eu aceitei ficar com você hoje cedo lembra, depois que eu aceitei, eu aceitei também todas as consequências que viria junto, eu não tenho medo das pessoas que possa me fazer mal, eu gosto de você e quero enfrentar tudo para que nós continue o que estamos tendo, mais se você ficar nesse estado todas as vezes que eu for quase atropelada, você precisar de um coração novo a cada vez que eu sair de casa. Ela fala com um sorriso no rosto. —Só tive alguns arranhões, eu vi o carro antes que ele pudesse bater em mim, então eu saltei para trás e cai, foi por isso que me machuquei. Mesmo ela falando tudo que aconteceu, não tira da minha cabeça que foi

fiquei preocupado quando a Lília me falou, tem certeza que está

estou, e com muita fome. Ela fala e sorrir. —Pode pegar as sacolas no carro para

que sim. Vou até seu carro e pego as sacolas, volto e Mia está conversando com a Lília que está chorando abraçada a amiga, não foi só eu que me preocupei, até por que as duas são

estou bem, foi só um susto. Mia fala secando as lágrimas da

vou fazer o almoço. Falo quebrando o

—Você sabe cozinhar?

Lília pergunta em meio ao choro.

não fosse piloto, com certeza eu seria um chefe de cozinha. Ela

pouco que eu ajudo ele, lembra do bebê. Mia fala passando a mão na barriga da

vou me deitar um pouco, comi três cachorro quente antes de você me ligar, então não estou com fome. Ela fala me fazendo levantar uma

querendo passar mal, ou só