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Fui a Esposa de Fachada do Bilionário — Até Pedir o Divórcio e Ver Ele Perder o Controle romance Capítulo 23

Ao sair do Edifício do Grupo Campos, Júlia foi primeiro ao Hospital Port Royal.

Quando chegou, era bem a hora da refeição. A enfermeira alimentava pacientemente Marina. Comidas leves como o principal, nutricionalmente balanceadas; de relance dava para ver que as opções de prato foram cuidadosamente combinadas.

Marina estava na fase de quimioterapia e parecia muito sonolenta e exausta, mas não havia perdido muito peso, o que mostrava o esforço que a equipe médica estava colocando em cuidar dela.

Ao verem Júlia aparecer, as enfermeiras logo perguntaram se ela já havia comido e, ao saberem que não, rapidamente prepararam o jantar para ela.

Mais uma vez, com a comida e as frutas favoritas de Júlia.

Ela não comia nada desde o meio-dia, seu corpo estava gelado. Ao dar a primeira mordida, finalmente sentiu que estava se recuperando.

Antes de chegar lá, Júlia nunca havia imaginado que o serviço de um hospital pudesse ser tão bom. Claro, tudo aquilo se devia ao Sr. Carvalho. Ela se sentia extremamente grata de que, no seu momento de maior dificuldade, alguém estivesse disposto a estender a mão para ajudá-la.

Depois do jantar, Júlia conversou um pouco mais com Marina antes de voltar para casa.

Ela voltou para o apartamento de Isabela Rossi, e era bem como Bela dissera: como ela estava viajando a trabalho quase todos os dias, a casa agora só tinha Júlia e Bolinha.

Após os cuidados meticulosos dos últimos dias, Bolinha já não tinha tanto medo das pessoas e ocasionalmente ia até Júlia para se esfregar nela; no entanto, o seu estado de saúde continuava nada bom.

O joelho da própria Júlia também continuava doendo. Ela pegou a pomada para aplicar. Enquanto passava o remédio, seu celular tocou de repente; Júlia olhou e viu que era a Vovó Eleonora.

Ela deixou o remédio de lado e atendeu:

— Vovó.

A voz preocupada de Dona Campos soou imediatamente do outro lado da linha:

— Júlia, ouvi dizer que você voltou para Nova Alvorada? Ah, você é impossível, por que não avisou a vovó que estava de volta?

Em toda a família Campos, se houvesse que escolher apenas uma pessoa com quem Júlia ainda quisesse manter contato, seria a Vovó Eleonora.

Anos atrás, quando ela se casou com Lucas, ninguém na família havia concordado, exceto a Vovó Eleonora. Mesmo depois, quando soube que não podia ter filhos, a avó continuou consolando-a, dizendo para não se importar com isso, e que adotar uma criança também não seria ruim.

Ouvindo isso, Júlia já não tinha como recusar, mas ir com Lucas era a última coisa que ela queria.

— Não precisa, vovó, eu posso ir sozinha.

— Como assim? Está decidido, não se preocupe com isso, eu falarei com ele — insistiu Vovó Eleonora. — Júlia, o que você quer comer? Vou mandar prepararem com antecedência.

— Qualquer coisa serve. — Júlia não se importava com isso.

— Certo, eu vou pensar no que pedir e providenciar.

Em seguida, Vovó Eleonora a aconselhou algumas vezes para que ela descansasse cedo e cuidasse da saúde, antes de encerrar a ligação.

No dia seguinte, Júlia tinha acabado de levantar e estava se arrumando quando de repente recebeu uma mensagem no WhatsApp do Lucas, contendo apenas algumas palavras:

[Endereço.]

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