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Herdeiro Arrependido romance Capítulo 152

Ela riu e disse para Aimée ir descansar um pouco.

As duas conversavam enquanto caminhavam até as cadeiras ao lado, sentando-se para tomar chá e descansar.

Naquele momento, os funcionários ali perto estavam conversando: — A relação entre o Sr. Valente e o Sr. Fontes não era boa? Por que eles começaram a brigar agora?

— Pois é. Antes eu via os dois vindo jogar juntos, mas agorinha foi assustador. Eu estava perto, e o vidro estilhaçado quase me atingiu. O Sr. Valente me encarou com uma fúria tão grande que parecia pronto para descarregar sua raiva em quem quer que estivesse perto.

— E estando lá perto, você não ouviu o que disseram?

— Não prestei muita atenção, mas parece que foi por causa de mulher.

— Não me admira. O que mais tem é irmão rompendo laços por causa de mulher.

Os funcionários conversavam, e Aimée ouviu algumas palavras.

A Gerente Letícia viu que ela estava ouvindo pensativa e sorriu. — A Sra. Cavalcante já deve estar cansada. Que tal terminarmos por hoje? Mais tarde, quando eu terminar a reunião, levo alguns documentos para você.

Aimée concordou.

— Então vamos. Eu a acompanho. — A Gerente Letícia se levantou.

Aimée se levantou, mas ao longe alguém gritou com surpresa: — Aimée!

Aimée se virou e viu Lana correndo em sua direção e abraçando-a de uma vez.

Aimée recuou dois passos antes de conseguir se equilibrar.

Lana estava muito surpresa: — Você não tinha ido para a Nova Zelândia? Você não disse que não ia voltar?

— Estou tão feliz em poder te ver de novo. — Lana ria, sem conseguir esconder a empolgação, fazendo várias perguntas de uma vez só.

Como, por exemplo, por quanto tempo Aimée ia ficar desta vez.

Não ia mais embora?

Depois, ia querer voltar a trabalhar no hospital?

— Você não faz ideia, todos os pacientes e enfermeiros do setor sentem uma falta enorme de você, todo dia comentam sobre sua partida.

— Ah, o meu primo também sentiu a sua falta.

Lana sorriu.

Aimée ficou sem graça.

A mãe da criança também não pretendia mais aumentar a confusão.

Como advogado, se a cliente já tinha desistido, as chances de ele tentar conseguir algo eram muito limitadas.

Davi confirmou: — Consegui falar com a mãe dela e continuo procurando novas provas. Não vou parar por aí. Não importa o tempo que leve, dez ou vinte anos, eu vou fazer justiça por aquela criança.

Ele intuía que Aimée também deveria estar esperando que esse assunto tivesse um bom resultado.

Por isso, quis contar a ela.

Aimée sorriu, e seu olhar ganhou um toque de admiração. Afinal, não era qualquer um que conseguia persistir em algo assim.

— Que bom. E a Nanda? Como ela está? Digo em relação ao humor e ao estado de espírito.

— Muito melhor, ela até aceitou ir para a escola.

— Que bom.

— Sra. Cavalcante, que tal você se reunir com os seus amigos primeiro? — perguntou a Gerente Letícia.

Lana imediatamente concordou acenando várias vezes: — Com certeza. Eu pago um jantar. Não, meu primo paga. Ele te arrastou para os problemas na última vez, ele tem que pagar por essa refeição.

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