Orlanda mediu a temperatura, esforçou-se para esperar por um bom tempo, mas não viu Patrick voltar. Logo, sentiu-se exausta e acabou adormecendo.
Quando acordou novamente e abriu os olhos, Patrick ainda estava sentado ali, lendo um livro.
Ao perceber que ela havia despertado e olhava distraída em sua direção, mas sem realmente fitá-lo, Patrick levantou-se, aproximou-se e tocou a testa suada dela, perguntando: "O que houve?"
Na verdade, já fazia muito tempo que não tinham contato físico.
Orlanda não estava muito acostumada ao toque dele.
Embora soubesse que ele só queria verificar sua temperatura, Orlanda afastou a mão dele e balançou a cabeça em silêncio.
Ela apenas se surpreendeu por ele ainda estar ali.
Achava que, após atender o telefone anteriormente, ele já tinha deixado a antiga casa.
Ela transpirou bastante de novo e, somente agora, começaram a aparecer sinais claros de que a febre estava cedendo.
Sentindo-se desconfortável pelo corpo pegajoso, trocou novamente de roupa, vestindo algo limpo, comeu alguma coisa e, depois de um breve descanso, voltou a dormir.
Quando acordou outra vez, já era tarde da tarde.
Só então a febre havia passado completamente.
Nesse momento, Patrick já não estava mais no quarto.
Restava apenas ela, sozinha, num ambiente de completo silêncio.
Foi então que seu celular, deixado no criado-mudo, apitou com uma mensagem.
Era Marcel, perguntando sobre o estado de saúde dela.
Orlanda trocou algumas mensagens com Marcel, mas ele precisava voltar ao trabalho, então a conversa não se prolongou.
Ao largar o celular, pôde observar todo o quarto.
Patrick ouviu e não comentou mais nada.
Algum tempo depois, ao sair do quarto, Patrick viu que Orlanda estava parada junto à janela da sala do segundo andar, olhando para fora, sem que ele soubesse o quê.
Patrick se aproximou.
Orlanda percebeu o som dos passos, desviou o olhar e disse a Patrick: "O trânsito lá fora já está normal. Agora que estou quase totalmente recuperada, vou voltar para casa."
Após uma breve pausa, Orlanda acrescentou: "Hoje, obrigada."
Patrick entendeu que ela agradecia pelos cuidados dele.
Antes que Patrick pudesse responder, a voz da Velha Sra. Costa ecoou atrás dele: "Patrick, assim que você cuida dos outros? Orlanda acabou de se recuperar da febre, e você deixa ela ficar na janela pegando vento? E se a febre voltar?"
Orlanda, a certa distância da Velha Sra. Costa, foi a primeira a responder: "Vovó, estou quase totalmente recuperada, não vou ter recaída tão fácil."
"Você é que não sabe cuidar do seu corpo", a senhora mostrou total desaprovação no rosto. "Ainda está pálida, precisa descansar mais. Ainda é cedo, Orlanda, volte para o quarto e descanse mais um pouco. Quando acordar, já vai ser hora do jantar."

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
Que BOSTA! O livro deu mais ênfase a safada da Celestina..Orlanda é uma parasita..nem abre a boca..quando abre é:.."não, não sei".. Horrível,livro péssimo..esperar..esperar pra uma bosta dessa!!...
Esperar duas semanas para isso?!...
Bora gente movimentar essa história e acabar por favor...
Qual o link chinês?...
Sem atualização...e o link chinês abre mais.. JÁ SABEMOS né!?..que DECEPÇÃO!...
As pessoas que lêem do link em chinês poderiam dizer se houve atualização, foram postados mais capítulos?...
É muita falta de respeito com os leitores, não atualiza os capítulos.. como se já não bastasse essa enrolação do enredo que não sai do lugar.....
E aqui estou eu NOVAMENTE!para reedizer quanto esse livro é péssimo,pra piorar nem está entrando os capítulos, é um absurdo, desrespeito com os leitores!...
Essa semana nem para sair na segunda feira, lascou mesmo......
Eu queria mesmo saber qual foi a da facada no Murilo, lá no inicio. Achei que eles eram gangsters, mas nunca mais ninguém falou disso, só leio por isso, meu personagem favorito hahaha...