À tarde, Orlanda tinha acabado de voltar da casa da Família Costa quando, de repente, seu celular tocou.
Era a médica psiquiatra responsável, que ligava a respeito da Vanessa Rocha. Segundo ela, Vanessa teria apresentado um momento breve de lucidez naquela tarde, mas logo depois seu estado mental entrou em colapso, algo que não acontecia havia anos.
O rosto de Orlanda mudou imediatamente e ela correu para o hospital: “Como isso aconteceu? O que, afinal, se passou?”
“Nós investigamos cuidadosamente, mas até o momento não encontramos nada anormal.”
Mas se não houve nenhum estímulo externo, por que Vanessa teria apresentado tal quadro?
Orlanda, observando Vanessa através das câmeras de vigilância — ela dormia profundamente após tomar a medicação —, conversou ainda por um bom tempo com a médica antes de descer, preocupada e pensativa.
Quando o elevador chegou ao próximo andar e as portas se abriram, Orlanda ergueu o olhar e deu de cara com Ólivia Pereira e a Velha Dona Pereira.
Ólivia, ao ver Orlanda, lançou-lhe um olhar fulminante, soltou um resmungo e, com ar altivo, entrou no elevador amparando a Velha Dona Pereira.
Havia outras pessoas também no elevador. Assim que entrou, Ólivia olhou de lado para Orlanda e, de propósito, falou alto para a Velha Dona Pereira: “Vovó, hoje à noite a irmã mais velha não vai jantar em casa de novo. Ouvi dizer que a Elisa, aquela menina, sente tanta falta da irmã que está até chorando para vê-la. Hoje à noite a irmã e o cunhado vão jantar fora.”
A Velha Dona Pereira sorriu: “É mesmo?”
Orlanda sabia perfeitamente que aquilo era dito de propósito para que ela escutasse.
Por causa do incidente com Vanessa, Orlanda já estava angustiada, temendo que algo grave acontecesse. Assim que soube da alteração súbita no estado emocional de Vanessa, imediatamente suspeitou que a razão poderia estar ligada àquelas pessoas.
Porém, ao sondar sutilmente e conversar com a médica, ficou claro que Vanessa não havia tido contato com ninguém de fora.
No entanto...
Ao pensar nisso, ouvindo Ólivia e a Velha Dona Pereira jogarem aquelas palavras para ela, o olhar de Orlanda se tornou ainda mais frio.
Se realmente tivesse sido algum ato deliberado delas para provocar sua mãe—
Ólivia percebeu o olhar de Orlanda e, sem medo algum, ergueu ainda mais o queixo, como se dissesse “Está olhando o quê? Acha que tenho medo de você?”
Ólivia podia não gostar de Orlanda, mas pelo visto, o que ela dissera no hospital à tarde era verdade.
Orlanda desviou o olhar.
Ao estacionar o carro, Patrick e os outros dois já não estavam mais à vista na entrada do restaurante.
Orlanda subiu.
Quando chegou, Marcel e Isadora já estavam lá.
Ao vê-la, Isadora sorriu: “Nossa Orlanda chegou?”
Orlanda sorriu de volta, “Tia Duarte.”
“Ah,” disse Isadora, acariciando carinhosamente a cabeça de Orlanda.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
Que BOSTA! O livro deu mais ênfase a safada da Celestina..Orlanda é uma parasita..nem abre a boca..quando abre é:.."não, não sei".. Horrível,livro péssimo..esperar..esperar pra uma bosta dessa!!...
Esperar duas semanas para isso?!...
Bora gente movimentar essa história e acabar por favor...
Qual o link chinês?...
Sem atualização...e o link chinês abre mais.. JÁ SABEMOS né!?..que DECEPÇÃO!...
As pessoas que lêem do link em chinês poderiam dizer se houve atualização, foram postados mais capítulos?...
É muita falta de respeito com os leitores, não atualiza os capítulos.. como se já não bastasse essa enrolação do enredo que não sai do lugar.....
E aqui estou eu NOVAMENTE!para reedizer quanto esse livro é péssimo,pra piorar nem está entrando os capítulos, é um absurdo, desrespeito com os leitores!...
Essa semana nem para sair na segunda feira, lascou mesmo......
Eu queria mesmo saber qual foi a da facada no Murilo, lá no inicio. Achei que eles eram gangsters, mas nunca mais ninguém falou disso, só leio por isso, meu personagem favorito hahaha...