Apesar de todos os esforços, Belinda permaneceu em estado vegetativo; tinha perdido tanto sangue que os médicos se lamentaram que ela não iria acordar tão cedo.
Eliana ficou trancada no quarto durante toda a tarde, esperando a chegada da polícia.
Aidan a havia acusado pela tentativa de assassinato da mãe.
Mesmo após ter sido jogada na cadeia, a mulher se agarrou à esperança de que a sogra acordaria um dia e contaria ao filho a verdade, chegou até a desejar que, talvez, eventualmente, Aidan acabaria percebendo que a havia enganado todo aquele tempo e iria atrás dela.
Mas, as coisas estavam bem feias. Apesar de estar ciente de que Aidan a desprezava e detestava, Eliana não imaginou que ele fosse mesmo colocá-la na prisão.
Mesmo assim, ela continuou esperando.
...
Em algum momento,, a porta da cela se abriu de novo finalmente.
Várias mulheres entraram, a agarraram e a arrastaram para fora de lá. Eliana lutou contra a força descomunal delas, seu coração batendo a mil de medo. "Q-quem são vocês? Argh, me larguem!", disparou enquanto tentava se soltar mas sem sucesso. No instante, ela se viu em uma pequena sala, onde não havia nada além de um tanque de água. Resmungou: "O-o que você quer... Argh!"
Quando deu por si, estavam mergulhando sua cabeça no tanque. Ela foi pega tão de surpresa que engoliu água e estava prestes a se afogar quando a puxaram abruptamente pelos cabelos, apenas para repetirem a tortura até que desmaiasse. Eliana estava prestes a se afogar quando foi abruptamente puxada pelos cabelos para ter sua cabeça mergulhada na poça de água mais uma vez.
Isso continuou até que Eliana desmaiou completamente da torturante provação.
Eliana foi atirada no chão, inconsciente e imóvel, e, então, a líder delas se aproximou e bateu forte em seu rosto pálido até ela acordar. Enquanto fazia isso, a mulher chutava cruelmente as laterais de seu corpo, fazendo-a cerrar os dentes em agonia, tentando ao máximo conter a dor que estava sentindo. "E-eu não fiz nada para nenhuma de vocês... Por que estão fazendo isso comigo?", gemeu.
As mulheres soltaram uma risada ameaçadora. "Bom, vamos admitir... que alguém nos instruiu a 'cuidar bem' de você."
A pessoa suspeita que veio à cabeça de Eliana foi Laura.
Foi apenas depois de um longo momento de tortura que jogaram Eliana de volta na cela, deixando-a caída no chão, com sangue escorrendo pelo rosto e com os olhos cheios de desespero e sofrimento.
"Aidan, por que você só não me mata logo? Não seria muito mais fácil? Prefiro morrer a continuar vivendo assim!" Eliana ficou desesperada.
...
Essa tortura como aquela noite durou por um mês inteiro.
Eliana era arrastada para fora da cela e atingida brutalmente no rosto com uma pistola de água de alta pressão. Mesmo após a febre de um resfriado, ela era exposta ao dia de chuva e forçada a trabalhar em condições climáticas desfavoráveis sem poder ser medicada. Além disso, era trancada no banheiro sem receber a comida e a água, e apanhava tanto com um chicote que tudo o que podia fazer era balbuciar e implorar por misericórdia, mas em vão...
Um dia, ela decidiu que não aguentava mais e, então, cortou os pulsos com uma faca que tinha roubado de uma de suas capturadoras. Enquanto observava o sangue escorrer das feridas para a pele, sabia que logo estaria livre...

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Me Ame Outra Vez