Alana assentiu e desceu com Camila para comer.
Henrique observou Alana partir.
Quando o artigo for publicado, ele queria ver quem na família Campos ainda ousaria menosprezar Alana!
Quanto àquela Isabella, se ela quisesse ficar à toa, que ficasse, a empresa não sentia falta desse tipo de pessoa.
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Depois de comer e prepararem-se para subir para o descanso da tarde, Camila disse que ainda tinha vontade de algo, compraria uma bebida para fechar, e pediria algo para Alana também, mas queria ir vigiar enquanto faziam, então pediu para Alana subir primeiro.
Alana não pôde recusar, apenas viu Camila se afastar.
Enquanto esperava o elevador, Alana ouviu uma voz familiar atrás dela.
Antes mesmo que pudesse virar o rosto para ver, ouviu uma voz de reclamação soar: — Por que você?
Alana nem sequer virou a cabeça, apenas olhou o elevador parado no décimo oitavo andar. Quatro elevadores, e nenhum deles havia descido.
Vendo Alana ignorá-lo assim, Lorenzo ficou um pouco irritado por dentro.
Mal ia falar quando ouviu Bento Cavalcante, que estava ao seu lado, dizer: — Senhorita Campos, ontem Isabella e Arthur se machucaram por sua causa, você não deveria ir visitá-los?
Alana virou-se para Bento.
Bento não escondeu em seu rosto o desgosto por Alana e continuou inexpressivo:
— As costas de Arthur ficaram feridas pelos materiais, e ele precisou de meia hora de cirurgia para limpar. E a mão de Isabella, praticamente perdeu um pedaço de carne, escorrendo sangue. Os dois se feriram tão gravemente e só você está bem. A sua consciência não pesa?
Alana deu uma risada de raiva.
Arthur nem teria se machucado.
Foi culpa de Isabella que, quando os materiais caíram, estava num lugar seguro e correu até lá.
Arthur se machucou para protegê-la.
E sobre o ferimento de Isabella, que relação isso tinha com ela?
Foi ela mesma que procurou a morte sem necessidade.

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