Ao mesmo tempo, Vitor entrou na sala reservada e viu Henrique esperando lá dentro, olhou em volta e perguntou: — E a Assistente Alana?
Henrique deu um sorriso impotente: — O que foi? Você não pode assinar comigo?
Vitor sorriu: — Onde o Henrique encontrou alguém tão incrível? Uma habilidade extraordinária, pensamento afiado. É simplesmente a garantia da nossa parceria.
Como se o que tivesse ocorrido agora pouco não tivesse acontecido.
Henrique ouviu Vitor elogiar Alana e sentiu alegria.
Ele já sabia que Vitor tinha capacidade de pensar por si mesmo, diferente de Sebastian, que se deixa levar facilmente ao ouvir mulheres reclamando e choramingando.
Há pouco tempo, Sebastian trocou de número de telefone e ligou, perguntando onde ele estava e que precisava falar pessoalmente, dizendo ainda que Alana o tinha enlouquecido, que nem queria mais saber das parcerias.
Disse que a empresa não estava longe de falir.
Piada!
Foi Alana quem construiu a empresa. Todo o cerne do negócio estava no conhecimento que ela carregava na cabeça.
Sebastian disse no fim que contaria aos pais de Henrique, e que eles não permitiriam alguém como Alana com ele e mandariam o velho pai dele o convencer.
Falou que era como um amigo que não queria vê-lo ir para o caminho errado.
A cabeça de Henrique doía.
Deu o ultimato na mesma hora.
— Rompimento. Sem parcerias no futuro.
Os pais dele haviam conhecido Alana antes, adoravam e respeitavam ela muito!
Ao saberem que Alana voltou para a empresa, eles correram com o trabalho no exterior, e disseram que queriam vê-la, até tratavam Alana como filha.
Pensando nisso, e vendo Vitor que apertou a mão com ele, Henrique soltou e, checando a hora, falou:
— Vou ligar para ela, Alana faz tudo rápido, nunca se atrasa.
Vitor concordou, indicando com um gesto.
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