Naquela hora, Alana havia sido convidada por Dante Cavalcante para um camarote privado.
Como não sabia onde Camila estava agora, Alana imprimiu um plano de negócios e um projeto por conta própria e os mostrou a Dante.
Dante olhou para Alana e soltou um longo suspiro: — Você trabalha incrivelmente duro! Deixa eu dar uma olhada com calma, não precisa ter pressa.
Alana acenou e sentou de lado. Estava preparada, e nem um pouco nervosa.
Assim que leu o primeiro parágrafo, Dante mandou trazerem seus óculos.
Alana não disse nada e esperou.
Cinco minutos depois, Dante terminou de ler cuidadosamente, colocou o projeto na mesa com cuidado e caminhou até Alana: — Você fez isso tudo sozinha?
O tom era de admiração indisfarçável!
— É claro que não, não é tudo fruto do meu esforço, outra pessoa chamada Camila Rossi, que o senhor deve conhecer. — Alana não assumiu o crédito todo, Camila realmente havia trabalhado duro.
No fim, perguntou: — O que o senhor achou?
Dante nem sabia como elogiála o suficiente: — Alana, eu sei que a sua identidade secreta é Aro. Esse projeto certamente foi feito sob a sua liderança. O que eu quero saber é: quando você começou a se dedicar a isso?
Como você conseguiu fazer tão bem e com tanta perfeição!
Alana foi honesta e contou a Dante que havia ficado acordada nas últimas noites melhorando, refazendo e reescrevendo o projeto.
Dante acenou seguidas vezes, ao ouvir: — Você tem tanto talento, e continua trabalhando tão duro, ts... você...
Quanto mais olhava para Alana, mais Dante sentia pena. A família Campos não soube reconhecer um grande talento, e Arthur deixou escapar um verdadeiro tesouro.
Otávio Paiva era uma raposa velha. Ele achava a Isabella boazinha, deixando um projeto médio para ela, querendo abraçar tudo.

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