Henrique Valente atendeu de forma desprevenida. A primeira coisa que apareceu foi o rosto de um bebê que, ao ver Henrique Valente, começou a balbuciar sons.
Era a Bebê Maya!
O corpo de Alana Campos ficou tenso e ela suou frio na hora.
Arthur Campos olhou bem nesse momento e acabou vendo a criança no celular de Henrique Valente.
Ele olhou de novo, e Henrique Valente encerrou a ligação naquele instante.
Muito repentino.
Arthur Campos não pôde deixar de perguntar: — Seu filho, Sr. Henrique?
Um bebê muda a cada dia, especialmente no período de crescimento acelerado antes dos cem dias.
Quando Arthur Campos viu a Bebê Maya pela primeira vez, a penugem na testa dela não havia sumido completamente; era exatamente uma bolinha de pelos.
Mas agora, ela já era uma bolinha gordinha e rosada.
— É a afilhada do professor Simão, chamada Maya Magalhães. Meus pais também gostaram dela, por isso nos últimos dias ela tem ficado na casa da família Valente. — Henrique Valente conteve a agitação interior e respondeu com um sorriso.
— Entendo, muito adorável. — Arthur Campos fez um breve aceno de cabeça e não disse mais nada.
Henrique Valente: — Então, vou indo nessa, até mais, Sr. Campos.
Depois de falar, Henrique Valente levou Alana Campos consigo.
A palma da mão de Alana Campos estava molhada de suor.
O próprio Henrique Valente havia levado um susto também.
Contudo, ele pontuou: — Na verdade, com o testamento que Dona Vitória fez, isso é totalmente vantajoso para você e para a Bebê Maya. Se a Bebê Maya for descoberta, não haverá problema algum; pelo contrário, ela poderá desfrutar dos recursos da Família Campos. Se for bem educada, no futuro, será ela a pessoa que comandará a família.
Alana Campos estava prestes a falar quando ouviu uma voz não muito distante:
— Arthur!
Ela olhou para trás reflexivamente e viu Isabella Soares saindo de um carro com os olhos vermelhos, correndo em direção a Arthur Campos.

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