Porém, ela ia se divorciar de Arthur e iria embora. Aceitar essas coisas traria problemas no futuro.
Mas agora ela não sabia o que dizer para recusar sem machucar o coração das duas...
Bem quando Alana hesitou em como falar, ouviu a voz de Arthur vindo de trás: — Se te deram, aceite.
Alana virou a cabeça e viu Arthur voltando da academia localizada em outro prédio da Mansão das Águas.
Ele vestia um traje esportivo branco, as veias saltavam de forma evidente nos braços.
Ele se aproximou e deu uma olhada. E foi repreendido por Dona Vitória: — Dê os seus para Alana cuidar também. Você não tem um cofre particular? De agora em diante, se quiser comprar algo ou gastar dinheiro, peça para Alana.
Alana sabia a intenção profunda de Dona Vitória ao fazer isso. Estava prestes a dizer que não era necessário.
Ao ouvir, Arthur deu um risinho: — O meu dinheiro vem de várias fontes.
Dona Vitória o achava desagradável: — E daí? Então coloque tudo no papel e entregue tudo para sua esposa cuidar.
Arthur sorriu e não respondeu.
Alana também não sabia como tocar no assunto.
Mas Dona Vitória ficou insatisfeita: — O quê? Você não confia no caráter de Alana?
Arthur deu uma risada. Ele olhou de relance para Alana, sentou diretamente ao lado dela e disse com muita firmeza: — Ela tem um caráter excelente, vocês podem confiar nela.
Alana apertou os lábios e olhou de rabo de olho para Arthur.
Dona Vitória: — Então por que está hesitando?
Alana tomou a iniciativa: — Vovó, as coisas dele... Não precisa.
— Tudo bem. — Arthur concordou. Ele fez um sinal com a cabeça para o mordomo ir buscar as declarações de bens.
O dinheiro e as propriedades da família de Alana não podiam se comparar aos da família Campos. Para ser mais exato, não havia quem se igualasse à família Campos dentro do país.

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