— Não é.
A própria Alana foi a primeira a falar, explicando de forma clara e direta.
Felipe ficou um pouco surpreso.
Alana era tão bonita, eles pareciam combinar tanto...
Mas pensando bem, um trabalho tão cansativo, como seu veterano deixaria a amada fazer aquilo pessoalmente?
— Fui transferida da Valente Tech para o Grupo Campos para ser a responsável por este projeto. Meu nome é Alana. Sr. D'Avila, já me apresentei antes de vir. — Alana repetiu.
Felipe olhou para Arthur.
Arthur não disse nada, claramente para deixar a senhora manter as aparências.
— Desculpe, eu entendi mal. Posso convidar a Assistente Alana para comer como pedido de desculpas? — Felipe sorriu. Tendo assinado o contrato, sair para comer era inevitável, mas Arthur era o superior, então ele perguntou:
— Veterano, faz muito tempo que não nos vemos.
Arthur assentiu para Alana levar o contrato para baixo, parecendo não se importar nem um pouco com o que tinha acabado de acontecer: — Você decide, eu tenho tempo hoje.
— E a cunhada tem? — Felipe sorriu:
— Ouvi dizer que ela é cheia de talentos, tem formação alta e capacidade forte. Agora trabalha na sua empresa, mas antes fazia doutorado na melhor universidade do exterior e ainda operava finanças. No meio financeiro, muitos a chamam de uma espécie de pequena Buffett. Empresas do exterior ofereceram salários altos para contratála, mas ela preferiu voltar para o seu país. Tsc, tsc, ela é a deusa ídolo de muita gente na alta sociedade. Faça-a dar o ar da graça e vir também!
Alana tinha acabado de chegar à porta. Ao ouvir aquilo, seu rosto não demonstrou nenhuma emoção.
Mas ela também não ouviu Arthur dizer nada.
Felipe estalou a língua: — Veterano, foi só porque achei que aquela agora há pouco era a cunhada que eu facilitei as coisas sem colocar nenhuma dificuldade. No fim das contas, esse seu projeto foi um favor feito por causa da cunhada. A cunhada tem que vir, eu quero vê-la, não seja mesquinho!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Memórias Destruídas: Não Há Volta Para Nós