Bento não esperava que Felipe pensasse assim e riu de forma debochada: — O que eu quis dizer é que você... — ele riu de forma debochada — não está à altura dela.
— Do que estão falando? — Isabella os notou e, como se fosse a anfitriã, confiante e relaxada, se aproximou para perguntar.
Felipe suspirou: — Estava elogiando a sua beleza, Isabella, não há outra igual no mundo. Eu também queria uma namorada como você, mas como não encontro, vou ter que me contentar.
Isabella riu animada: — Falador!
Pelo canto do olho, ela observou Alana atrás e insinuou: — Se houver alguma garota que você goste, pode deixar que eu e o Arthur avaliamos por você, para não cair em uma furada.
Felipe concordou: — Acabei de voltar ao país, com certeza vou seguir os seus conselhos, Isabella.
Isabella voltou sorrindo: — Arthur, o Felipe é muito galanteador.
Arthur deu um leve sorriso.
Felipe estalou a língua: — Ver pessoas de alto QI namorando é muito bom, você tem um ótimo gosto, Arthur. Você segurou firme uma mulher rara como a Isabella.
Porém, Henrique, que sabia da verdade, ficou furioso com a cena, e Camila simplesmente revirou os olhos.
Bento naturalmente também ouviu; com o rosto sério, ele olhou para Alana.
Nesse momento, Alana estava de cabeça baixa olhando o celular...
Ele pensou que ela devia estar muito triste e constrangida.
O homem que ela amava estava sendo carinhoso com outra mulher na frente de tantas pessoas.
Bento pegou o celular, digitou uma mensagem e enviou.
Não havia outras palavras, apenas uma: Tudo bem?
Ele achou que Alana fosse responder, mas ela segurou o celular e não disse nada.
Assim como naquela noite em que ele enviou e apagou a mensagem, ela não perguntou o que havia acontecido.
A Suíte Imperial Aurora, no último andar da Torre Horizonte, era o espaço reservado exclusivo de Arthur.
Era bastante espaçosa e luxuosa; até mesmo um simples ornamento era uma antiguidade de leilão avaliada em mais de cem milhões.

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