O Sr. Ricardo Campos também olhou para Arthur Campos com o rosto sombrio.
Arthur baixou os olhos, olhou para o equipamento conectado à Vovó:
— Chame o médico.
— Arthur! — A Vovó tremia muito. — Como você pode ser esse tipo de pessoa! Como eu pude criar alguém como você!
A Sra. Campos se aproximou neste momento e bateu forte em Arthur:
— Você está louco! Você está realmente louco! Divorcie-se logo da Alana! Deixe-a em paz!
Felipe D'Avila também estava com os olhos vermelhos:
— Arthur, eu realmente não esperava que você fizesse isso... Fui feito de idiota por vocês. Você sabe muito bem que o que eu mais odeio são as amantes. Meu pai procurou não sei quantas mulheres lá fora, meus avós eram confusos, e desde que essas mulheres tivessem filhos, davam o status de filhos ilegítimos. Na família D'Avila, além de mim, há inúmeros filhos ilegítimos. Cresci ao lado da minha mãe... Minha mãe foi provocada pelos filhos ilegítimos e acabou adoecendo de desgosto e morrendo!
— Quanto esforço eu gastei para finalmente assumir a posição de herdeiro da família D'Avila, pisando nesses filhos ilegítimos e amantes, para que minha mãe pudesse se orgulhar no além! Sim, durante esse processo, você me ajudou muito.
— Mas eu, chamando de cunhada a amante que eu mais odiava! Eu te considerava meu irmão de sangue, Arthur, e você escondeu isso de mim! Me fez de idiota, usou‑me de marionete só para proteger a amante!
Arthur olhou para Felipe, com os olhos sombrios e frios:
— Saia. Volte quando estiver calmo.
— Não precisa nem falar, eu vou romper a parceria! — Felipe deu um último olhar para Arthur: — Sr. Campos, com toda a sua capacidade, você não sente falta de um peão como eu. Não me atrevo a confiar numa parceria com um homem que não é capaz de ser gentil nem com a própria esposa. Adeus!
Felipe se virou e saiu sem olhar para trás.
Arthur não o impediu.

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