— Hmph!
Assim que ela entrou, o Sr. Ricardo bufou e disse na frente de Alana:
— Que vergonha! Já é um membro dos Campos e ainda se deixa ser humilhada! Preste bem atenção: desde sempre, nós da família Campos preferimos estar no banco dos réus a deitar no necrotério! Mesmo que tenhamos que enfrentar um processo, não podemos nos machucar! Assumimos a culpa, mas protegemos o nosso corpo! Se você for humilhada lá fora de novo como ontem, é melhor se esconder e nunca mais aparecer no território dos Campos! Que vergonha! Que irritante!
Alana finalmente entendeu por que Beatriz Campos tinha se tornado daquele jeito.
Ela não respondeu ao Sr. Ricardo e virou-se para olhar para a Dona Helena.
No entanto, a Dona Helena segurou a mão dela e disse:
— Seu avô tem razão. A família Campos tem muito dinheiro. Temos poder suficiente para resolver qualquer situação, não importa quão complicada ela seja. É só um processo, não é? Vamos esmagá-los até calarem a boca e aceitarem a derrota!
Dona Helena Campos: — Exatamente. Não procuramos confusão, mas quando ela bate à nossa porta, não recuamos. Você não precisa ficar medindo consequências ou ter medo. Apenas resolva o problema. Agora você está no Registro Genealógico dos Campos. Famílias ricas e tradicionais só reconhecem o registro e o arquivo da família. Desde que me casei e entrei para esta família, nunca vi um problema que o Grupo Campos não pudesse resolver! Isso é uma piada!
Alana ainda não sabia por que eles estavam tão bravos.
Então ouviu a Dona Helena Campos mostrar a ela:
— O pai do Dante, o Sr. Valmir, disse que quer que você vá ao Sudeste Asiático. Ele quer ir até o fim com isso.
Alana não esperava que eles estivessem acompanhando o caso e já soubessem de tudo.
— A culpa foi minha, eu vou...

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