Mas ela também concordava com o Sr. Ricardo.
Se Alana se escondesse por causa disso, onde ficaria a reputação centenária da família Campos?
Qual seria a vantagem do poder e da riqueza?
E onde estaria o poder de Alana como afilhada da família Campos?
— Ouça o seu avô — decidiu a Dona Helena.
Nesse momento, a porta foi aberta pelo lado de fora.
Alana olhou e viu que era Arthur.
Sua expressão continuava a mesma, e ele só sorriu ao olhar para a Dona Helena.
Mas a Dona Helena não estava com paciência para ele. Ela olhou para ele e perguntou:
— O que você veio fazer aqui?
Agora ela queria ver esse neto biológico menos ainda do que Alana.
Arthur sorriu:
— Vim tomar o café da manhã. A senhora não vai me proibir disso, vai? Só que, quando entrei, ouvi a senhora falando sobre o assunto da família Valadão?
Alana:
— Esse assunto...
A expressão de Arthur esfriou. Ele se aproximou e disse:
— Esse assunto não tem nada a ver com você. Se realmente for para a justiça, você não precisa se envolver. Isso não vai chegar até você. O Lucas Schmidt e a equipe dele vão resolver tudo. O Grupo Valadão também não vai mais entrar em contato com você em particular depois disso.
Depois de falar, o pessoal do restaurante trouxe a comida. Após arrumarem a mesa, deixaram dois gerentes ali para servir e o resto saiu.
A Dona Helena também estava com fome e não queria discutir com ele. Ela segurou a mão de Alana:
— Acabei de ouvir do médico que você teve hipoglicemia e desmaiou no banheiro. Vá se sentar primeiro.
Alana não esperava que a Dona Helena prestasse atenção a um detalhe tão pequeno.
Ela ainda queria ajudar a Dona Helena a se levantar.

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