O caos terminou e, por fim, Alana viu Arthur pegar Isabella nos braços.
A voz de Isabella tremia, olhando para a sua mão sangrando e engasgando: — Arthur, minha mão vai ficar inútil? Eu nunca mais vou poder fazer experimentos e levantar dados?
Arthur a segurou nos braços, caminhando apressado em direção à porta:
— Não vai. — A voz soou firme, cheia de conforto.
Alana estava de pé perto da porta, toda suja. Ninguém sabia que ela tinha acabado de se levantar de uma pilha caótica de materiais.
Neste momento, Arthur passou e viu que ela bloqueava a frente, repreendendo severamente: — Sai da minha frente agora mesmo!
Alana mal se moveu e uma dor aguda veio da perna, fazendo com que ela não conseguisse desviar a tempo.
Arthur passou, esbarrou nela e a derrubou diretamente sobre os fragmentos pontiagudos.
A dor excruciante a atingiu de novo; ela estava com as mãos cheias de sangue.
Aquela mão era fundamental para realizar todas as suas pesquisas e experimentos; sem ela, não conseguiria prosseguir com o seu trabalho.
Alana suportou a dor, instintivamente ergueu a cabeça e olhou para fora, e bem na hora viu Arthur virar a cabeça e olhar na direção dela.
Agora há pouco, no primeiro momento em que o perigo se aproximou, ele a empurrou.
Agora, Alana estava curiosa se ele iria parar.
Mesmo que fosse pelo bebê inexistente em sua barriga.
Mesmo que fosse apenas para dar uma satisfação para a velha senhora.
Ele iria?
Não.
Arthur apenas virou a cabeça e deixou a frase: — Venha atrás.
Depois disso, ele retirou o olhar rapidamente, segurando Isabella, e foi embora de vez.
Os olhos de Alana ficaram vazios; ela não chegou a se importar, mas percebeu uma coisa.
Porque a velha senhora ajudou a cultivar Arthur, Arthur a respeitava muito e ouvia algumas das palavras dela.

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