Abaixei-me e, pela primeira vez, notei a enorme protuberância nas calças dele.
Me senti extremamente enojada e humilhada, e minhas mãos tremeram muito quando abri seu zíper.
Para a alegria dele, seu membro de repente saltou e bateu contra minhas bochechas.
Meus olhos arregalaram-se em puro horror. Era grande, grosso e muito rígido - com veias correndo de cima à baixo -, e a gl*nde brilhava devido à algum líquido viscoso.
Não... Eu não podia fazer isso. Eu não queria.
Notando minha hesitação, ele disparou: "Rápido! Ou eu juro que farei da sua vida um inferno!".
Devagar, levei meus dedos até seu p*nis, que contraiu-se fortemente contra minha mão, me pegando de surpresa.
"Agora, lamba. Lamba que nem você faz com um pirulito."
"Hayden, p-por favor..."
"Agora!!!"
Um suspiro resignado escapou de meus lábios, mas obedeci e posicionei minha língua sobre a glande.
Assim que o fiz, ele urrou, e me perguntei se estava sentindo algum tipo de dor.
"Agora, use as mãos."
Seus dedos guiaram os meus, e ele fez-me massagear todo o comprimento de seu m*mbro.
"Isso aí...", gemeu ele.
Assim, segui acariciando-o por um tempo, dando meu melhor para fazer como ele disse.
Cansada, afastei-me para tomar um pouco de ar, mas tive minha nuca forçada para a frente.
Neste impulso, seu p*nis adentrou minha boca, preenchendo-a conforme enrijecia-se cada vez mais.
"Isso mesmo. Chupe como a v*dia que você é."
Lágrimas de humilhação e degradação continuaram correndo por minhas bochechas, mas ele não se importou.
Ao passo que seguia com suas firmes estocadas, Hayden envencilhou seus dedos ao redor de meus cabelos, puxando-os, e comecei a engasgar.
Fazendo-me engoli-lo por completo, ele tirava e reintroduzia seu m*mbro, gemendo de prazer, e suas b*las batiam contra minha mandíbula.
"Vou g*zar...", murmurou ele, entredentes e já sem fôlego; e, quase que na mesma hora, um jato de s*men quente e salgado desceu pela minha garganta. Tossi com o gosto e lutei para me afastar, mas ele era forte demais.
"Você vai engolir cada gota."
Empurrando ainda mais fundo, ele encheu minha boca com mais de seus fluídos, antes de, enfim, afastar-se, permitindo que eu respirasse.
"Engula o resto!"
Suplicante, assenti, engolindo o último bocado de seu esp*rma. Depois disso, ele pareceu satisfeito.
Vendo-o guardar seu p*nis, ainda meio ereto, dentro da calça jeans, fiquei aliviada.
"Da próxima vez, não saia por aí abrindo a boca."
Chorei durante todo o trajeto de volta ao bairro. Ainda podia senti-lo e saboreá-lo em minha boca.
Ele não disse nada, e eu apenas soluçava. Quando o carro parou, ergui a cabeça e vi que estávamos na frente da minha casa.
Como ele sabia onde eu morava?
"Sei muitas coisas sobre você, Graciela. É melhor não bancar a espertinha comigo."
"Mas você vai manter sua promessa, né? Vai me deixar em paz, c-certo?", sussurrei.
"Se não quiser que eu f*da essa boca de novo, sugiro que saia agora mesmo!", bravejou ele.
"Não, você não pode dizer isso! Eu fiz o que você queria!", chiei, buscando seu olhar.
"Nunca fiz p*rra de promessa nenhuma, coelhinha. Falei pra chupar meu p*u, mas não disse que ia ser só uma vez."
Furiosa, levantei minhas mãos, na intenção de socá-lo, mas ele pegou-as no ar e usou-as para me puxar para perto.
"Te deixei me bater uma vez, mas, se ousar tentar de novo, vai se meter na m*rda. Não diga que eu não avisei!", ameaçou ele, me empurrando logo em seguida. "Olha só, sua irmã tá ali."


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