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Mulher Estéril e Seus Sêxtuplos romance Capítulo 6

Ambos ficaram surpresos, pois não esperavam se encontrar de novo, ainda mais em uma situação como essa. O coração de Amy acelerou, e ela ficou com vontade de se enfiar em um buraco nesse momento.

Esse homem a avisou que ela não deveria mais aparecer na frente dele e que, da próxima vez que a mulher o fizesse, ele a destruiria. Por que o universo estava tentando puni-la, colocando-a diante desse homem?

"Então, você teve a audácia de vir me ver de novo, sua espertinha", disse Broderick, o homem mais poderoso de North Hill, lançando-lhe um olhar ameaçador.

A boca de Amy estremeceu sem que ela percebesse, e a mulher balançou a cabeça na mesma hora. "Eu... não fazia ideia de que você era o CEO, senhor. Eu..." Ela engoliu em seco. "Eu... não sabia."

Broderick não acreditou nela. Não havia ninguém que não soubesse que ele era o CEO da Alessandro's Corporation. Essa mulher ainda teve a coragem de mentir na cara dele.

O homem se levantou da cadeira. Quando Amy o viu ficar de pé, o coração dela disparou de medo, e ela se levantou no mesmo instante. Será que era melhor fugir? Caramba! Esse seria o segundo emprego que ela perderia na semana? Por que tinha tanto azar?

Ela deu alguns passos para trás lentamente e cedeu. "Bom... Pode me demitir, senhor."

"Não. Me diz o que você quer", respondeu ele com rispidez, enquanto se aproximava dela a passos lentos, mas elegantes. A aura que emanava do homem era bastante intimidadora.

Amy continuou recuando. O coração dela estava quase pulando para fora do peito, e ela se sentia como se estivesse em uma prisão. A mulher olhou de soslaio para a porta; será que deveria fugir ou ficar?

Ele não era um ser humano? Fugir faria parecer que ela estava escondendo algo, já que sempre acabavam se encontrando. Seria melhor ficar e fazê-lo perceber que as três vezes em que se encontraram dentro de três dias não passavam de uma coincidência. Uma coincidência bem estranha, no entanto. Em uma cidade tão grande, como ela encontraria o mesmo homem em três dias seguidos? E a pior parte era que ele era a pessoa mais poderosa de North Hill.

Amy firmou os pés no chão e deixou o homem se aproximar. Ao sentir a fragrância dele, achou o cheiro sedutor, mas ao mesmo tempo familiar. Ela se esforçou para se lembrar se eles já haviam se encontrado antes. Nos últimos dois dias em que ela se encontrou com ele, A mulher não tinha ficado tão perto dele para sentir o cheiro.

"Quem é você?", perguntou ele, desconfiado. Ou ela queria algo ou havia sido enviada pelos inimigos dele. Não dava para acreditar que essa mulher não estava atrás de nada do que ele tinha.

"Meu nome é Amy, e eu acabei de me mudar para essa cidade. Me candidatei para vários empregos há alguns dias, e o consultório de dentista que você visitou foi o primeiro lugar que me contratou. O segundo foi a sua empresa. eu não tinha nenhum plano de me encontrar com você, senhor... Não sei por que o destino continua unindo nós dois", explicou ela.

Por um momento, ele estudou a mulher, que estava muito tensa, imaginando o que ele faria ou diria em seguida. O homem estava tão perto que ela estava achando difícil até respirar. Era como se tivesse sido encurralada por um leão. Se escapasse com vida desse lugar, ela seria a mulher mais feliz do mundo.

"Eu não te disse que, da próxima vez que você aparecesse na minha frente, eu te destruiria?", disse ele com severidade, com os olhos azuis claros demonstrando fúria.

Ela engoliu em seco. "Por favor, acredita em mim... Eu..." antes que a mulher terminasse a frase, ele a agarrou e a colocou sobre a mesa, bagunçando os documentos que estavam organizados ali em cima antes.

Amy quase não entendia como isso aconteceu. Em um instante, ela estava de pé; no outro, estava deitada sobre a mesa, com a mão do homem no pescoço dela.

"Mulher, eu conheço o seu tipo. Você quer sexo, e é isso que vou te dar aqui mesmo."

A cabeça de Amy quase explodiu, "Eu não sou uma... vadia... Eu não..." Ela queria se defender, mas era impossível falar com a mão dele em volta do pescoço, dificultando a respiração dela.

Ele se aproximou da mulher e perguntou, respirando bem perto do rosto dela: "Não é isso que você quer?" Havia um sorriso de escárnio nos lábios dele.

Amy balançou a cabeça em resposta, mas não conseguia falar nem respirar direito. Ela tentou tirar a mão dele do pescoço, mas o homem era forte demais.

Ele a soltou de repente, e ela se levantou da mesa, tossindo várias vezes e agradecendo aos céus por ter escapado da morte.

Esse homem era perigoso demais. Ela arqueou as costas e tentou recuperar o fôlego, ofegando enquanto endireitava a postura.

"Vou embora agora mesmo e nunca mais apareço na sua frente", disse ela, abaixando a cabeça. Nesse momento, a mulher começou a sair de lá. Assim que chegou à porta e estava para girar a maçaneta, o homem disse algo que a deixou paralisada.

"O seu cheiro é familiar", afirmou ele. O cheiro dela também era familiar para ele? Ela não sabia se deveria ir embora nesse instante ou se virar. Se simplesmente saísse, ele não ficaria bravo por ela ter se atrevido a ignorá-lo?

Em que a mulher estava se metendo agora?

Enquanto decidia o que deveria fazer, ouviu a voz dele, majestosa e alta como um trovão: "Você é aquela mulher".

Amy quase desfaleceu quando ouviu isso. De que mulher ele estava falando? Ela estava confusa, então se virou bem devagar e olhou para ele: "Essa é a terceira vez que nos encontramos, senhor. A primeira foi antes de ontem, a segunda, ontem, e a terceira, hoje. Estou sendo sincera quando digo que foi tudo coincidência. Prometo que nunca mais vou aparecer na sua frente. Se isso acontecer de novo, pode fazer o que quiser comigo".

"Você é aquela mulher que se aproveitou do meu estado muitos anos atrás", declarou ele, o que fez Amy franzir a testa, chocada.

Ela havia se aproveitado dele? Onde? Como? Muitos anos atrás? Isso não era possível. Ela não o conhecia antes.

"Você era bem espertinha naquela época, mas é ainda mais agora, depois de seis anos." O homem a soltou e voltou para a mesa.

Amy deu um suspiro de alívio quando viu que ele enfim tinha voltado para o lugar dele.

"Quero saber tudo sobre você", afirmou o homem. Ele havia ordenado que o assistente pessoal, Brett, encontrasse a mulher que fez sexo com ele na época, mas a busca foi em vão. Ele não esperava que ela, que ousou se aproveitar dele, apareceria para trabalhar em seu escritório. Broderick a puniria como ela merecia pelo que fez com ele seis anos atrás.

"Meu nome é Amy, e... me formei na universidade de..."

"Quem é o seu marido?", interrompeu ele.

"Não sou casada", respondeu ela.

"Namorado?"

"Não tenho."

"Você deve ser uma prostituta em tempo integral então. Deve preferir caçar homens ricos e dar o seu corpo pra eles ao invés de se casar com alguém. Que nojo!", declarou ele, lançando-lhe um olhar de desprezo.

Amy ficou chocada com a forma como o homem a insultou ao descrevê-la. Como ela lhe explicaria que não era uma prostituta? No passado, só o seduziu e fez sexo com ele porque não estava pensando direito. Na verdade, ela não teve relações com nenhum outro homem desde então. Como ele se atrevia a descrevê-la dessa maneira?

"Nesse caso, por que você negou sexo agora há pouco? Deve ser isso que você quer, e só pode ser por isso que veio me procurar, não é?" Ele se levantou, fechou a porta e ordenou: "Vamos começar repetindo o que aconteceu naquela noite. Tira as roupas".

"Oi?!" Os olhos de Amy quase saltaram das órbitas.

"Você não é uma prostituta? Por que continua fingindo? Nem adianta me desobedecer, porque eu mando em North Hill e não tem como escapar de mim. Eu vou fazer da sua vida aqui um inferno, mulher. Tira todas as suas roupas agora."

Ela voltou a si. "Eu não sou uma prostituta! Por favor, não faz isso comigo. Eu não sou esse tipo de mulher. O que aconteceu naquele ano foi um erro. Me desculpa..."

"Se eu tiver que te atacar, vou ser muito duro e você não vai gostar. Não vou me repetir de novo. Tira as roupas", ordenou ele.

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