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Ainda em 01 dia antes.
- Me coloca no chão Brian. - Gritou Carolyne furiosa.
- Assim que te prender dentro deste carro. Só um segundo. - Respondeu
Brian a enfiando dentro do seu carro e a trancando em seguida quando
tentou sair.
- Isso é ridículo Brian, me deixa sair.
- Não. - Respondeu assim que entrou no carro sem dá tempo dela
conseguir abrir a porta e fugir.
- O que pensa que está fazendo me tratando desta forma na frente de
todos, na frente da minha família? - Esbravejou tentando socar seu braço
em vão. - Ah! Agora vai ficar calado? É isso? Me arrancou como um saco
de batatas daquela casa e agora não vai dá nenhuma palavra? -
Questionou o vendo em silêncio.
Brian deu partida no carro e em seguida cantou os pneus rasgando o pátio
da casa dos Campbells em direção a saída da mansão, ele estava furioso.
Desde que lera o seu bilhete deixado após eles terem uma tarde incrível,
ele estava querendo espancar alguém, quebrar algo no chão ou até
mesmo esmagar o pescoço dela, mas então depois de refletir mais uma
vez de volta ao chuveiro para esfriar a cabeça e tomar uma dose de
whisky, tomou sua decisão sabendo que não tinha mais volta. Ele iria atrás
dela nem que fosse no inferno.
Se ela pensava que iria fugir depois de dizer que estava apaixonada por
ele, então Carolyne estava prestes a descobrir outra face do todo sereno e
calmo Brian Scott. Ele decidiu não emitir nenhuma palavra até encontrar
com ela, iria conversar calmo e tentar entender porque ela fugirá daquele
jeito do seu apartamento, mas ao chegar na casa da família e vê-la
conversando simpaticamente como se nada tivesse acontecido e ainda
por cima dando mole para o seu amigo John, o deixou novamente
enfurecido, despertando o seu lado mais primitivo.
Ela resolveu se calar, não falaria e achou melhor assim. Sabia que uma
hora o carro iria parar e assim que fosse possível daria um jeito de
escapar. Então, olhando de lado o observou, Brian estava suspirando alto,
sua veia no pescoço saltava e por mais que tentasse esconder ele estava
bravo.
Achou melhor então ouvir o que ele tinha a dizer e depois ir embora.
Pensou consigo mesma, ela sabia que existiam limites com alguns
homens que não deveriam ser ultrapassados e aquele era um desses
momentos.
Olhando ao redor, percebeu que não estavam indo para casa dele ou
algum lugar que ela conhecesse, ele a estava levando até um píer cheio
de barcos e iates. Começou a se perguntar o que ele pretendia fazer e
quando pensou em questionar, o carro parou. Brian desceu, deu a volta
abrindo bruscamente a porta do lado dela e pela primeira vez falou.
- Vai andando ou vou ter que te colocar sob minhas costas novamente? -
Indagou sem olhar para ela.
- Depende. Onde pretende me levar? - Questionou de braços cruzados.
- Carolyne... - Falou com um suspiro alto.
- Tudo bem, ok, eu saio. - Falou saindo do veículo.- E agora?
- Vamos. - Respondeu pegando pela sua mão dando passos largos pelo
deck.
- Onde pretende me levar Brian? - Indagou tentando acompanhá-lo com
seus saltos de agulha.
- Você já vai vê. - Disse indo em direção a um Yacht Benetti.
- Senhor Brian, boa noite! - Respondeu um rapaz que os aguardava a
bordo. - Bem vindo outra vez senhor.
- Olá Jonathan, boa noite! Obrigada por me atender tão prontamente.
Desculpa lhe pedir algo tão em cima da hora.
- Imagina senhor. Sempre que precisar. Tomei todas as providências
necessárias como me solicitou, se quiser estamos prontos para partir.
- Obrigada mais uma vez Jonathan, esta é Carolyne, ela é a senhorita de
quem lhe falei. Por favor, cuide para que não sejamos interrompidos até
que eu solicite ok?! - Pediu virando para a garota.
- Providências, que providências? - Indagou nervosa.
- Depois de você. - Disse dando passagem para ela subir.
- Eu não vou a nenhum lugar até me dizer o que pretende fazer Brian. Não
pode simplesmente determinar algo sem me consultar, mesmo que seja
uma decisão envolvendo um barco incrível. - Disse sem notar o sorriso que
o rapaz ao lado deu ao ouvir o comentário.
- Carolyne, não me faça pedir novamente. - Sussurrou bem perto do seu
ouvido lhe causando arrepios.
- Eu já disse que não vou.
- Carolyne... - Chamou Brian a tocando pela primeira vez. - Estou pedindo,
entre nesse barco... Por favor.
Ela viu mais que um pedido olhando em seus olhos, ela viu súplica, desejo
contido, raiva, tempestade, calmaria, tudo em um único olhar.
Então, sem dizer nenhuma palavra, movida pela curiosidade e pelo frio na
barriga, com a ajuda do rapaz, ela subiu.
- Obrigada Jonathan, podemos ir. - Falou Brian a conduzindo para o
interior do barco.
- De quem é esse barco?
- Meu. - Respondeu Brian sem notar a surpresa de Carolyne com sua
resposta simples. - Quer dizer, era dos meus pais, então quando eles…
morreram, bom.
- Entendo. E o que estamos fazendo aqui exatamente? - Indagou
absorvendo todos os detalhes do transporte.
- Vamos… conversar. - Disse ele com um olhar penetrante que a devorou
causando calafrios em sua pele. - Venha comigo. Completou a guiando
pelas escadas abaixo.
- Vamos… aonde?
- Está com medo de mim Carolyne?
- Eu?
- Ou do que possa acontecer?
- Eu não tenho medo de você. - Respondeu quando ele parou na escada a
encarando tão próximo que dava para sentir seu hálito doce.
- Ótimo. Venha, aqui embaixo ninguém desce sem minha autorização.
Carolyne o seguiu por um corredor estreito e pôde notar que haviam
vários compartimentos na parte debaixo do barco, que de modesto não
tinha nada. Um espaço para descansar com um lindo sofá que ela admirou
logo de cara, um bar e atrás dele uma bela vista espelhada do oceano.
Ele a guiou até uma porta à frente e quando ela entrou seu corpo sem ela
saber bem o porquê estremeceu. Um quarto enorme, elegante como o
Brian, aquilo combinava com ele, ela podia notar.
Mesmo que tenha sido dos seus pais, ele com certeza deveria ter pedido
para mudarem a decoração. Uma hidromassagem enorme na lateral, mais
um bar com várias bebidas, armários claros com detalhe dourado, sim o
Brian era elegante e moderno, ela diria atemporal.
A cama, que ela olhou
por último, tão grande quanto poderia comportar naquele espaço, tinha
lençóis de seda, ela notou os grandes travesseiros despojados e ela sentiu
seu corpo queimar lembrando da tarde que passaram juntos.
- Então? Indagou Brian lhe entregando uma taça de champanhe que ela
não notara que ele abrira.
- É um barco incrível.
- Na verdade, ia lhe perguntar quando iria tomar coragem para olhar pra
mim. - Completou a vendo baixar os olhos para a taça.
- Brian … eu…
- Eu começo então. - Falou largando a taça em cima do balcão. - Você é
minha. - Disse a fazendo olhar para ele com um brilho enigmático no olhar.
- Brian, sobre hoje a tarde…
- O bilhete que me deixou?
- Sobre isso, eu…
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