— Então, o que vocês querem afinal? — A voz fria de Genebra ecoou pelo salão.
O grupo olhou imediatamente e riu.
— Queremos você, ué.
Assim que terminou de falar, o careca fez um sinal.
Vários homens avançaram para agarrar Genebra.
Filomena, que estava mais perto, colocou-se na frente dela num instante.
— Luana, chame a polícia!
Luana pediu para alguém ligar e correu para ajudar.
Mas os homens do careca foram mais rápidos.
Um deles puxou Filomena e a jogou para o lado.
Ela caiu diretamente no chão.
Genebra se lançou para proteger Filomena.
Mas foi interceptada no meio do caminho.
Puxaram-na pelo braço e a arrastaram para fora.
Assim que chegaram à porta, uma força surgiu.
A força bruta no braço de Genebra foi removida.
Sentiu um aperto na cintura e foi puxada para um abraço largo.
O cheiro frio e familiar invadiu suas narinas.
Genebra levantou a cabeça bruscamente e encontrou o olhar complexo de Gaspar.
Havia uma certa surpresa nos olhos dele.
Mas ao ver as olheiras escuras de Genebra e como ela estava visivelmente mais magra, ele franziu a testa.
— Como você...
Plaft!
Um tapa foi desferido.
O rosto de Gaspar virou para o lado.
Aqueles homens foram levados por Jaime e sua equipe, o que confirmou para Genebra que foi Gaspar quem os contratou.
— Para me forçar a aparecer, você perdeu a humanidade? — O peito de Genebra subia e descia violentamente de raiva. — Gaspar, você me dá nojo!
Gaspar virou a cabeça lentamente para olhá-la.
— Você nem perguntou e já diz que fui eu? Aos seus olhos, sou uma pessoa tão baixa assim?
— Sim! — Respondeu Genebra sem hesitar.
Gaspar riu incrédulo e assentiu.
Agarrou o pulso de Genebra, levantou-a e saiu caminhando.
Caminharam até o estacionamento.
Gaspar abriu a porta traseira e a empurrou para dentro.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Nem Morta Serei Sua