— Foi uma conta criptografada do exterior que transmitiu para o país. Já contratamos hackers para quebrar o código, deve haver um resultado em breve. — Disse Jaime. — Que tal contar a verdade à senhora Genebra? Senão esse mal-entendido será difícil de resolver.
Gaspar, no entanto, não deu importância.
— Eu e Débora não nos casamos de verdade. Quando eu vir a Genebra e explicar, ela vai entender naturalmente.
Jaime ficou sem palavras.
Ele realmente não tinha mais jeito.
Atrás da casa dos pais de Luana havia um grande jardim.
Os pais dela cultivavam as próprias flores para fornecer à floricultura, ganhando um dinheirinho extra.
Genebra podia ver a estufa no jardim todas as manhãs ao acordar.
As flores estavam desabrochando lindamente.
Seu humor melhorava involuntariamente.
Ela abriu a janela e respirou o ar fresco.
Sem querer, viu os pais de Luana conversando no quintal lá embaixo.
A mãe de Luana estava enxugando as lágrimas.
O olhar de Genebra se estreitou e ela desceu as escadas.
— Senhora, aconteceu alguma coisa?
A mãe de Luana, Filomena, virou a cabeça rapidamente para secar as lágrimas e forçou um sorriso.
— Não, nada.
O pai de Luana, Oscar, era um homem honesto. Apenas apertou os lábios e balançou a cabeça.
Genebra olhou para o celular nas mãos deles.
A tela mostrava algo, uma confusão de pessoas, mas ela vislumbrou a fachada da loja de Luana.
Genebra avançou.
— Posso ver o celular?
Filomena hesitou.
— Genebra, você não está bem de saúde agora, não se preocupe com isso.
Genebra insistiu.
— Aconteceu algo com a Luana? Senhora, eu não vou ignorar os problemas da Luana.
Filomena suspirou, mas acabou entregando o celular.
Depois de assistir, Genebra franziu a testa.
— Senhora, vou sair um pouco agora.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Nem Morta Serei Sua