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Nem Morta Serei Sua romance Capítulo 175

A pessoa do outro lado, no entanto, não deu explicações e encostou o celular diretamente no ouvido dela.

Pelo alto-falante, veio a risada maliciosa de Débora.

— Genebra, você ainda está esperando pela sua medula? A medula não vem mais.

O coração de Genebra pareceu ser apertado por uma mão gelada; seu corpo inteiro enrijeceu instantaneamente.

Ela ouviu sua própria voz, cheia de ódio, tremendo:

— O... o que você disse?

Débora riu com tanta alegria.

— Vá dar uma olhada na sala de cirurgia ao lado.

Depois de dizer isso, ela desligou o telefone.

Genebra largou o celular e levantou-se bruscamente; sua visão escureceu e ela quase desmaiou.

A enfermeira que lhe dera o telefone virou-se friamente e saiu.

Enquanto Genebra tentava se recuperar, Breno entrou apressado, com a voz ansiosa.

— Genebra, houve um problema, mas não se preocupe... Genebra, aonde você vai?! Genebra!

Genebra não ouvia absolutamente nada; em seus ouvidos ecoava apenas a frase de Débora: "A medula não vem mais".

Que sala de cirurgia ao lado?

A medula dela foi dada a outra pessoa?

Não! Não!

Aquela medula era dela, era dela!

Por que dar a outra pessoa?

Por que não a deixavam viver?

Ela correu para fora da sala de cirurgia ao lado e encontrou Débora com um casal de meia-idade.

Ela não olhou atentamente para as duas pessoas, nem sequer olhou para Débora.

Caminhou direto na direção da sala de cirurgia, mas foi agarrada com força por Débora na porta.

As unhas de Débora, recém-feitas e afiadas, perfuraram a roupa hospitalar e cortaram a pele de Genebra.

A dor lancinante trouxe de volta um fio de razão a Genebra.

Só então Genebra olhou para o casal de meia-idade.

Eram familiares, pareciam ser parceiros de negócios de Gaspar.

Débora usou força bruta para segurá-la e disse sorrindo:

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

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