— Priscila? — Gaspar estava surpreso. — O que faz aqui? Não deveria estar no exterior?
Priscila sentiu um desconforto; Gaspar nem sabia onde ela estava.
Exceto por ser generoso com dinheiro, Gaspar não prestava atenção na vida dela.
Parecia não se importar com a existência da irmã.
Priscila engoliu o desgosto e olhou para Gaspar com olhos de cachorrinho pidão; a marca vermelha do tapa em sua bochecha era evidente.
Era impossível Gaspar não ver, e seu rosto fechou na hora.
— Quem bateu?
Priscila fungou, parecendo injustiçada, mas compreensiva.
— Foi a Genebra. Mas mano, não culpe a Genebra, ela tem um mal-entendido comigo, você sabe. Talvez tenha sido o nervosismo do momento.
Ao ouvir que foi Genebra, o rosto de Gaspar vacilou por um instante, depois relaxou.
— Hmm, a Genebra não anda de bom humor ultimamente, dê um desconto a ela.
Priscila paralisou, olhando incrédula para Gaspar.
Antigamente, mesmo que ele não ligasse para a irmã, como não se importava com Genebra, sempre fazia Genebra ceder.
Priscila riu de raiva.
— Mano, você e a Genebra estão se dando bem agora?
Gaspar franziu a testa; eles estavam se dando bem?
Quando o frasco de vidro apareceu, ele viu claramente o brilho nos olhos de Genebra, ela estava realmente feliz e gostou.
Mas por que ela continuava tão fria com ele?
Sua autoestima era ferida repetidamente ao tentar agradá-la sem sucesso, e ele também estava irritado.
Embora seu corpo o tenha levado a procurá-la involuntariamente, ele ainda estava com raiva.
A pergunta de Priscila o deixou ainda mais descontente.
— Criança não tem que se meter nisso.
Mas Priscila não desistiu.

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