O CEO é Meu Pai romance Capítulo 211

Libby olhou para o monte de fichas delas por um longo tempo, sem saber o que fazer com isso! No final, ela nem se importou com as fichas que ele ganhou e todo o dinheiro que valiam, então ela pegou sua bolsa e saiu rapidamente, porque não queria mais ficar lá naquele clima horrível.

Quando Libby alcançou Carlo, ele não ficou nem um pouco surpreso por ela ter corrido atrás dele. Com uma mão no bolso e sua figura alta e longa, por mais que ele estivesse andando ao lado de homens ocidentais bem altos, ele não foi intimidado.

Libby engoliu sua saliva. Como ela era uma passageira VIP, ela teve o direito de desembarcar primeiro e, na outra ponta do corredor, um grande grupo de apostadores foi detido. Libby seguiu Carlo para fora do cruzeiro e, lá fora, uma luz vermelha brilhou, tudo ficou deslumbrante e moderno na paisagem noturna daquele país de fora.

Comparado com a tranquilidade e calma da superfície do mar, estava em forte contraste.

Ela olhou para Carlo à sua frente, não sabia de onde tirou sua raiva, mas quando levantou a cabeça, ela viu uma fileira de taxis bem próximo, então ela achou que, se o acompanhasse, passariam das dez da noite, então ela teria que manter sua palavra, e agora, eram dez da noite, seu tempo livre dele.

Libby olhou para a figura de Carlo, se virou e foi na direção do táxi. Ela queria voltar para o hotel e pensar melhor sobre tudo que ocorreu esta noite.

Carlo parecia tê-la sentido atrás dele, de repente, ele não sentiu ela o seguindo, seu coração disparou e ele virou a cabeça rapidamente. Vendo que Libby não estava mais atrás dele, olhou ao redor com frieza e um traço de decepção, só para ver que a figura esguia já estava muito próxima de um taxi perto dele.

A sobrancelhas bem definidas de Carlo franziram em tristeza. Ela não tinha noção do perigo? Ainda ousava pegar um taxi sozinha nessa hora da noite?

As longas pernas de Carlo imediatamente saíram e a perseguiram, pelo bem dela.

Libby também não olhava mais para Carlo, quanto mais pensava nisso, mais zangada ficava. Por que ele tinha que fazer essa cara sempre que estava com ela? Como se ela devesse algo para ele? Ela também foi muito obediente esta noite! Que direito ele tinha de estar com raiva dela?

Muito bem, ela não ia esperar por ele. Eles não iam se reencontrar amanhã afinal? Esta noite já acabou para ela. O que mais ele quer?

Libby caminhou até o táxi mais próximo e estendeu a mão para abrir a porta para entrar. Nesse momento, uma voz masculina baixa e descontente soou para ela, "Eu não permito você pegar esse taxi."

Ela saltou em choque. Virou a cabeça e olhou para o homem que se aproximou.

E neste momento, Carlo estava a apenas meio metro de distância dela, seu braço a agarrou com força e puxou o dele, fechando a porta do táxi atrás deles.

"Você... O que acha que está fazendo?" Libby lutou furiosamente para sair de seus braços.

"Quem deixou você pegar um taxi nessa hora da noite?" O tom de Carlo estava cheio do tom dominador que só alguém acostumado a dar ordens teria.

E, ao ouvir isso, Libby sentiu um protesto se formando no fundo de seu coração. Ela mordeu os lábios e perguntou: "Você por acaso é meu dono? Que direito você tem de mandar eu fazer algo? O que eu faço não é da sua conta."

Carlo ficou embasbacado por uns segundos. Sim, ela estava certa.

Quem ele era para ela? Ele não tinha o direito de se importar com ela, muito menos de dar ordens.

Se ela ao menos soubesse quem ele é, que era o maior chefe e dono da empresa que ela trabalha, a situação seria diferente. Porém, Carlo não queria que ela soubesse disso.

"Por mais que eu tenha trazido você para cá, eu quero te levar de volta em segurança. Vem comigo." Após ele ter terminado de falar, ele a guiou até seu carro.

Os olhos de Libby estavam ligeiramente vermelhos de raiva e confusão. Ela queria se libertar de seu aperto, mas ele segurou sua mão com muita força, fazendo com que ela fosse incapaz de poder ir para outro lugar. E assim ela foi arrastada até o carro dele.

Ela respirou fundo, "Me solta, eu vou contigo."

Carlo virou a cabeça e olhou para ela por alguns segundos, antes de soltar seu braço. Ele andou bem devagar, temendo que ela não fosse mais o seguir.

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