O semblante de Davi empalideceu de súbito, uma dor aguda se alastrando pelo peito, levando à uma dor generalizada em seu corpo.
Ele ficou imóvel, como se estivesse congelado no local.
Felipe observou a palidez alarmante no rosto de Davi e preferiu não dizer mais nada.
— Nada vai acontecer. — Afirmou Davi de repente, esboçando um sorriso. Sua voz rouca soava casual e relaxada. — Eu a ensinei a nadar, ela não se afogará. Deve estar em algum lugar... Certamente! Ela deve ter emergido em outro ponto, essas pessoas que não a viram devem procurar melhor.
Embora parecesse completamente despreocupado, com um leve sorriso nos lábios, havia uma ferocidade em seu sorriso que causava medo.
Todos estavam cientes de que o rio estava caudaloso e frio nesta época do ano.
E Nicole ainda não tinha reaparecido, o que claramente não era um bom sinal. Presidente Davi acreditava que ela não estava morta.
Não era que ele realmente pensasse que Srta. Nicole estava viva, ele simplesmente se recusava a acreditar que ela poderia estar morta!
Neste momento, Felipe naturalmente não ousava expressar suspeitas negativas e imediatamente começou a fazer ligações para organizar a busca.
— Andem mais rápido!
Davi gritou repentinamente, chutando com força o encosto do assento do motorista.
O segurança sentiu um arrepio no couro cabeludo e, sem proferir palavra, apenas pressionou o acelerador até o fundo, aumentando a velocidade do carro ao máximo.
O rosto bonito de Davi estava tenso, seus lábios finos pressionados em uma linha reta, seus olhos vermelhos fixados na ponte que se aproximava pela janela do carro.
"Nicole, você melhor estar bem."
"Caso contrário, eu nunca vou te perdoar..."
...
Enquanto isso, na margem do rio, dentro de uma floresta, Nicole usava toda sua força para arrastar Vasco até a terra firme.
Exausta ao chegar à margem, ela soltou Vasco, se sentou numa pedra e começou a respirar pesadamente, observando a superfície da água.
Ela e Vasco haviam emergido da água a uma certa distância da ponte que havia desabado.

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