O ódio de Vasco por Davi era tão profundo que apenas provas do passado poderiam mudar sua opinião, de outra forma, nada faria diferença.
Nicole deixou o quarto do hospital, se encontrando com Carolina, que também estava saindo do seu:
— Srta. Carolina, vocês terminaram a conversa?
O olhar de Carolina se alterou, e segurando Nicole pelo braço, disse:
— Nic, o que você decidiu sobre o que discutimos?
Nicole hesitou, balançando a cabeça levemente:
— Srta. Carolina, agradeço sua preocupação, mas não vou partir.
Com uma expressão grave, Carolina insistiu:
— Nic, estar com Davi é perigoso, você deveria pensar mais em si mesma...
— Srta. Carolina, eu entendo. — Interrompeu Nicole com um sorriso, sua voz suave e decidida. — Não vou deixá-lo.
Ela não abandonaria Davi, especialmente enquanto Tábata e Heloísa continuassem impunes, simplesmente não poderia ir embora.
Carolina franziu a testa ao ver que Nicole já havia tomado sua decisão e suspirou:
— Tudo bem, respeito sua escolha. Posso te dar um abraço antes de ir?
Sem hesitar, Nicole estendeu os braços para um abraço.
Enquanto a abraçava, um olhar distante cruzou o rosto de Carolina, que, de repente, beijou o rosto de Nicole.
Embora Nicole fosse lenta para perceber, esse gesto ultrapassava os limites da amizade.
Ela olhou para Carolina, surpresa.
— Nic, eu realmente gosto de você. — Disse Carolina, sorrindo.
— Você... Eu... — Nicole estava confusa.
Carolina riu:
— Você vai ficar com Davi, então se cuide e não confie demais nele! Se algum dia você quiser ir para o exterior, pode me ligar a qualquer momento.
Ela falava abertamente, e Nicole também sorriu:
— Se tiver chance, certamente visitarei sua exposição de arte.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Doce Amor do Magnata para a Secretária Inocente