Na tela, o número de telefone de Nicole.
Thump, thump, thump.
De repente, três batidas suaves ressoaram na porta.
— Entre. — Davi colocou o celular de lado, dizendo de forma fria.
Felipe abriu a porta e entrou, seguido por algumas pessoas, falando com respeito:
— Presidente Davi, trouxemos Sarah.
Os olhos indiferentes de Davi varreram o ambiente.
Dois seguranças entraram, trazendo Sarah com as mãos amarradas e um pano sujo na boca, acompanhados por Otávio e Laura, que os conduziram até a frente da mesa do escritório, obrigando eles a se ajoelhar no chão.
Ao ver Davi sentado ali, a família Carvalho, já pálida, empalideceu ainda mais.
— Uuuh uuuh... — Otávio tentou desesperadamente dizer algo.
Davi fez um gesto com a mão, inexpressivo, e os seguranças removeram o pano de suas bocas. Otávio, sem fôlego e com o rosto tomado pelo terror, olhou para Davi:
— Presidente Davi... Por que está nos procurando? Não temos nenhum conflito com o senhor...
— Haha. — Davi riu de repente, olhando ele com desprezo. — Eu realmente subestimei você antes, não são muitos que se atrevem a me desafiar, mas você é um deles.
Otávio tremeu e, sabendo que não adianta mais disfarçar, apertou os dentes:
— Eu quero ver Nicole!
— Para que vê-la, ainda quer usar o pretexto do patrocínio para difamá-la?
Laura, ao lado, interjetou apressadamente:
— É verdade que a patrocinamos! Se não fosse por nós, ela teria morrido de fome quando criança! Fizemos um favor a ela!
Davi franziu ligeiramente a testa, um ar de frieza se formando entre suas sobrancelhas:
— Bata!
"Slap!"
O segurança ao lado, sem dizer uma palavra, deu um tapa em Laura, fazendo ela perder um dente!
— Presidente Davi falou com você? Se cale!
Laura foi golpeada até sangrar pela boca, as lágrimas corriam livremente enquanto ela tentava falar, mas não ousava continuar, apertando os dentes e tremendo.
Davi realmente estava sendo implacável com eles!
E ele não era como Nicole, nem sequer ouviu o que eles tinham a dizer sobre o patrocínio.
Otávio olhava aterrorizado para o homem sentado à sua frente. A presença dominante de Davi o fez tremer involuntariamente, tentando implorar por misericórdia:
— Presidente Davi, nós...
Davi nem sequer olhou para ele, fixando seu olhar inexpressivo em Sarah:
— Foi você quem a drogou naquele dia?

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