Entrar Via

O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 159

Liz

Depois de provar o vestido e dar muitas risadas com o Kend, a vovó e a Nathalia, coloco uma camisola e me deito na cama. O dia tinha sido maravilhoso, só faltou o Bryan. Que pena que não podemos nos ver até o casamento.

Viro para um lado e para o outro, mas o sono não vem.

— Toc... toc...

Algo b**e no vidro da varanda do meu quarto. Meu coração acelera.

Quem será? — me pergunto, levantando-me.

Meu telefone apita, e meus olhos caem na mensagem do Bryan.

— Liz, abre o vidro da varanda, estou aqui.

O quê? Como ele estava lá em cima, no segundo andar? Como ele subiu ali? E os seguranças dos meus avós não viram?

Vou até lá e abro a porta de vidro. Então ele aparece, puxando-me para ele.

— Bryan? — digo, assustada.

Ele sorri, apertando-me em seus braços.

— Não aguentei e vim vê-la.

Ele diz como se o que tivesse feito fosse algo normal.

— Como subiu aqui? E como fez para entrar na mansão dos meus avós?

Ele sorri, achando graça da minha pergunta, e eu fico sem entender.

— Querida, você acha mesmo que alguém pode me impedir de entrar em algum lugar? Todos me obedecem, até mesmo os homens dos seus avós — ele diz sorrindo. — E foi moleza subir até aqui. Já fiz coisa pior.

— Nossa, moleza?

— Venha aqui.

Ele me puxa, jogando-me na cama e ficando por cima de mim. Meu coração começa a palpitar com a proximidade. Seus olhos começam a me examinar, percorrendo meu corpo e subindo para meus seios, que haviam crescido mais por causa da gestação.

— O que pensa que vai fazer?

— O que acha? — ele diz, safado.

— Aqui é a casa dos meus avós. Se eles aparecerem, Bryan... — advirto-o.

— Estou com saudades. Não sabe o que faz comigo ficar longe de você assim.

Ele diz em meu ouvido, sussurrando. Acabo ficando completamente sem graça.

— Bryan! — digo, envergonhada.

Ele ri.

— Está tímida, querida?

Sinto-me quente. Meu corpo reage à sua proximidade, e meu coração dispara. Bryan sorri ao perceber minha reação e me beija. Seus beijos, como sempre, me deixam sem ar e sem chão.

Acordo lembrando de tudo o que vivemos ontem. Meu corpo ainda estava dolorido. Olho para o lado e não o vejo.

Ficamos juntos na cama e acabei dormindo. Nem vi a hora em que ele foi embora.

Levanto-me, faço minhas higienes pessoais e visto um conjuntinho confortável. Minha barriga havia crescido mais um pouco. A cada dia eu me sentia diferente. Meus cabelos estavam brilhosos, minha pele sem nenhuma mancha. A gravidez parecia estar melhorando minha aparência.

Desço para tomar café com meus avós e a Nathalia.

Quando chego lá, a mesa estava repleta de comida. Havia uma enorme variedade: bolachas, rosquinhas, pães, bolos e frios. Parecia que iriam alimentar um batalhão.

Sorrio, achando uma loucura tantas coisas para apenas seis pessoas: meus avós, a mãe da Nathalia, o pai dela, a Nathalia e eu.

Todos já estavam sentados e, quando me veem, sorriem.

— Bom dia, Liz. Venha, sente-se. Hoje o café é especial para você — Nathalia diz sorrindo.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: O Mafioso Obcecado pela Faxineira