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O PROÍBIDO PAI DO MEU NAMORADO romance O CONVITE.

Prólogo: O CONVITE.

NARRAÇÃO DE LAURA:

Nunca pensei que ia ter que abrir mão de tudo.

Mas foi o que aconteceu.

Eu vendi o único pedaço da minha vida que ainda tinha alguma segurança.

O apartamento que minha mãe me deixou quando partiu... eu coloquei à venda como se fosse só uma chave qualquer. Mas não era.

Era o último pedaço dela comigo.

O dinheiro?

Deu pra guardar, claro.

Mas não pra começar uma vida do jeito que eu queria.

Se eu quisesse, dava pra comprar outro apê, menor, velho, em um bairro esquecido.

Só que não era isso que eu queria pra mim. Eu queria mais.

Eu queria ser alguém. Queria olhar pra mim e sentir orgulho, não pena.

E aí... apareceu ele com aquele convite tentador.

Meu namorado, todo empolgado com a ideia de trabalhar no escritório do pai.

Advogado fodão, dono de uma firma enorme, cheia de processos milionários.

E eu aceitei, por isso abandonei tudo pra trás.

Sair da bolha do conforto, se é que um dia estive em uma.

Então peguei minhas malas, deixei pra trás tudo que era meu... e fui.

Fui morar na casa da família dele.

Fui apostar todas as minhas fichas em algo que, no fundo, eu sabia...

Tinha tudo pra dar errado.

Claro, eu conhecia o Landon, o tópico babaca popular, herdeiro de família rica e eu... eu era só um chaverinho, uma namorada troféu que ele esbanjava para os amigos também populares e idiotas.

E eu sabia que estava fadado ao fim.

Mas quando você tem sonhos grandes e quase nada no bolso... você fecha os olhos e pula.

É por isso que eu decidir ir com ele.

Mesmo quando comecei a ver que ele não era bem o que dizia ser.

Mesmo quando as promessas começaram a virar desculpas.

Eu quis ir.

Porque eu queria vencer.

Porque às vezes... a gente escolhe se machucar em silêncio, só pra não voltar pro ponto onde tudo começou.

.....

Eu ainda sentia o gosto do último beijo quando descemos do carro, recém comprando do Landon, ele estava todo exibido por causa dele.

Foi o presente de formatura.

A primeira coisa que fizemos quando chegamos nessa cidade, passar na concessionária, pra ele escolher o carro, qualquer um.. o pai dele ia pagar.

Enfim, descemos e caramba!!

A mansão era absurda.

Moderna, imponente, cheia de vidros espelhados e colunas brancas que pareciam tocar o céu.

A garagem ostentava carros de luxo como quem coleciona brinquedos caros.

Eu sabia que Landon vinha de uma família rica...

Mas não sabia que era desse tipo de riqueza.

Dei risada sozinha, meio eufórica, meio nervosa.

Talvez estivesse tudo valendo a pena.

Afinal, nós dois tínhamos acabado de nos formar em Direito.

Ele prometeu que o pai, dono de um dos maiores escritórios de advocacia do estado, garantira um lugar para nós dois.

Meu primeiro emprego de verdade.

Eu tinha vendido tudo: móveis, roupas, até minha bicicleta velha da faculdade.

Queimei todas as pontes pra estar aqui.

E não ia deixar nada, nada estragar isso.

Olhei pra ele fascinada e neguei com minha incredulidade com um sorriso impressionado.

— É aqui que eu vou morar? sério!

ele me pegou nos braço beijando meus lábios, aproveitando minha euforia.

— É tudo nosso gata!

Era surreal, puta merda... eu ganhei no bilhete da lotaria. Ahhh!!!!

...

Landon foi categórico quando jogou a mochila em um canto da sala, enquanto eu olhava aquele salão que era do tamanho de duas casas popular da minha cidade natal.

O CONVITE. 1

O CONVITE. 2

O CONVITE. 3

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