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O PROÍBIDO PAI DO MEU NAMORADO romance Capítulo 4

Minha cabeça não saia daquela maldita garota.

nas lembranças daquela noite insana.

Sentado naquela poltrona, diante da minha mesa que sempre me tornava oponente, implacável, eu só pensava naquela maldita capeta.

"FLASH BACK ON"

Atravessamos aquela porta, daquele apartamento aos beijos, a mão dela pressionava meus cabelos aprofundando aquele beijo sem ritmo, só devorando.

bati seu corpo contra a porta, descendo os beijos pelo seu pescoço, o sugando. Ela gemeu alto puxando meus cabelos.

— ahhh!

Deliciosa, safada.

Afastei segurando seu pescoço.

— Você gosta disso, de ter o gostinho de se vingar daquele babaca?

ela sorriu, perversa vingativa.

— Eu vou fazer ele pagar!

Segurei sua nuca potente, alucinado acenando.

— Vai sim!

Tomei a boca dela de novo, mas a peste empurrou meu peito, meu lábio largou o seu abruptamente.

e ela me puxou pro sofá, me jogando ali.

Arrancou o vestido do corpo, seus seios pequenos, perfeitos. Seu corpo moldado, sua calcinha fina e seus cabelos volumosos.

tão selvagem, insana.

Puxei seu quadril e ela se colocou no meio das minhas pernas, virou de costas me provocando, descendo sua bunda e roçando no meu membro já petrificado.

Bati naquela porra de bunda gostosa.

daquela garota atrevida.

Segurei firme seu quadril, pra ela sentir o que meu tesão. Subi as mãos prós seus seios pequenos e ela dançando, provocando.

levantou tirando a calcinha molhada e jogando no meu peito.

Cheio de cede cheirei aquele tecido. O cheiro do seu tesão, a porra mais viciante.

— Isso aqui é meu...

disse guardando no bolso quando levantei e agarrei o corpo pequeno daquela garota.

Tomando a boca dela sem pudor e arrastando o corpo mole dela pra fazer o que eu queria...

....

"FLASH BACK OFF"

Sair dos meus devaneios com batidas na porta.

— entra.

ordenei.

Minha secretária executiva, surgiu com um tablet nas mãos e a expressão de quem sabia exatamente o que eu queria ouvir.

— Está tudo certo pra eles começarem.

disse, eficiente como sempre.

— Documentação, contratos... tudo pronto.

Assenti, apoiando as costas na cadeira.

Tinha pedido aquilo mais cedo.

E, como sempre, ela não falhava.

— Ótimo. Quero que comece o treinamento amanhã cedo.

Ela inclinou a cabeça, prestes a sair, mas parou na metade do caminho.

— Alguma observação especial, doutor Vicent?

Olhei para a janela por um instante, antes de responder.

— Quero que fique de olho na garota e me passe tudo que ela faz.

Ela não pediu explicações. Só anotou algo no tablet e saiu tão rápido quanto entrou.

Suspirei, deixando a caneta cair sobre a mesa.

Aquilo ia ser um desastre anunciado.

Mas agora... não tinha mais volta.

....

Voltei pra casa no fim do dia, depois de um expediente infernal no escritório.

No meio do caminho, o celular conectado no carro tocou.

Olhei de relance pra tela. Era o Vicenzo.

Suspirei pesado antes de atender.

Vicenzo era meu irmão gêmeo, um canalha, ele que fazia a má fama dos homens dessa família.

já levei a culpa de muitas canalhices dele e encobria os rastros, era um predador impiedoso, eu já não estava tão diferente dele.

— Fala Vicenzo.

murmurei, já esperando problema.

— A mulher me botou pra fora..

ele disse, casual, como se estivesse me contando o cardápio do jantar.

Revirei os olhos.

— Que merda você aprontou agora?

— Digamos que ela viu o que não queria.

respondeu rindo.

— Mas tô de boa, irmão. Tava doido por umas noitadas mesmo. Esse negócio de casamento, fidelidade... não é pra nós.

Mordi a boca com raiva.

— Fale por você, seu idiota.

Ele riu ainda mais alto.

— Vai me ajudar ou não? Tô precisando de um teto, cara.

Fechei a mão no volante, sentindo a tensão pulsar nas têmporas.

Landon tinha umas encrencas com ele.

Vicenzo andou pegando umas namoradas dele, ele não gostou, deu treta, eu tive que mandar ele embora, pra evitar essa merda.

Mas já chega disso, Landon tem que crescer porra.

E nosso sangue.

— Pode vir. Tô chegando em casa.

Desliguei.

Não demorou muito pra estacionar o carro preto na garagem.

Respirei fundo antes de entrar. E devia ter respirado mais fundo ainda.

Porque lá estavam eles.

Landon largado no sofá. E ela.

Deitada com ele.

Meus olhos correram pela bagunça: cinzeiro cheio, garrafas abertas. Uma bela visão pra quem devia estar devastada por uma traição, né?

Travei a mandíbula.

O Landon se ajeitou todo no sofá quando me viu.

— O senhor já chegou.

falou rápido.

Dei alguns passos, olhando pros dois, pro cenário.

— Tá falando sério?

rosnei.

— Fumando, Landon?

Ele arregalou os olhos e começou a empurrar as coisas da mesa como se isso fosse mudar alguma coisa.

— Ajeita essa merda.

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