POV ALICE.
Darius se posicionou entre minhas pernas, abrindo-as com cuidado, expondo minha intimidade para ele. O simples pensamento do que ele faria já era suficiente para me deixar ainda mais molhada. Quando senti o polegar dele deslizando sobre meu clitóris, um gemido escapou dos meus lábios. Ele sorriu, aquele sorriso sacana que me deixava louca, antes de abaixar a cabeça e aproximar-se ainda mais da minha abertura pulsante e necessitada.
Quando a boca dele encontrou meu clitóris, um grito de prazer rasgou minha garganta. Meu corpo se arqueou involuntariamente, e minhas mãos agarraram os lençóis com força. A sensação era avassaladora, e eu me perdi completamente. A língua dele trabalhava com precisão, estimulando-me de uma forma que eu nunca havia experimentado.
Bem, já havia tido sexo oral, mas esse era diferente dos outros. Darius era um lobisomem e com uma língua grande e habilidosa. Meus gemidos aumentaram de intensidade, e não demorou muito para alcançar o clímax.
— Darius! — gritei, sentindo-me explodir em um orgasmo que me deixou trêmula e sem fôlego. Darius continuou a me saborear e tive outro orgasmo, que me fez ter espasmos. Darius continuou me chupando, lambendo todo meu gozo até que estivesse satisfeito e parou. Então, meu corpo foi relaxando lentamente.
Ele se afastou lentamente, seus olhos fixos em mim, com um sorriso satisfeito nos lábios, passou a língua em seus lábios limpando meu gozo, e aquilo foi muito sensual e excitante. Eu não gostei muito dele ter se afastado, pois achei que agora ele me penetraria como no sonho. Devo estar louca em ter permitido ele me chupar até que eu gozasse.
— É assim que se faz uma fêmea gozar — ele disse, a voz cheia de charme e segurança. — Quando quiser mais, é só me chamar. Terei o maior prazer em te ajudar. — Disse sedutor. Suspirei profundamente, ainda tentando processar o que havia acabado de acontecer. Darius era uma força da natureza, e eu estava completamente sob seu feitiço.
Darius deu um sorriso charmoso antes de se afastar, e saiu do quarto, deixando-me deitada na cama, ofegante e completamente satisfeita. Suspirei, sentindo meu corpo relaxar pela primeira vez em horas.
— O que há de errado comigo? — Pensei, mas não consegui evitar um pequeno sorriso ao lembrar das palavras dele. Talvez, apenas talvez, eu não quisesse que isso parasse por aqui. Que ódio do meu corpo traidor!
POV DARIUS.
Ver Alice sair do banheiro somente de toalha, ofegante e impregnada com o cheiro de orgasmo, me fez perder completamente meu controle. O cheiro de sua excitação me enlouqueceu e Baltazar não perdeu tempo em me incentivar para que me entregasse a meu desejo.
— O cheiro dela é tentador, não resista. Vá até ela. — Disse Baltazar.
Sem perder tempo, me levantei e fui até Alice e o inevitável aconteceu. Tomei seus lábios e a beijei com intensidade e desejo. Eu estava enlouquecido com seu e não conseguia raciocinar com clareza, tudo que desejo é torná-la minha. Baltazar se calou e se retirou para o fundo da minha mente, nos dando privacidade.
Lembrei-me do sabor de sua vagina na minha língua, enquanto a chupava com força. Foi tão bom saborear seu doce néctar. Alice era deliciosa. Passei a língua pelos meus lábios e lembrava como foi brincar com seu clitóris. Como ele ficou rígido com meu toque.
— Alice… — murmurei, o nome escapando dos meus lábios enquanto aumentava o ritmo das mãos. Os movimentos tornaram-se mais rápidos, mais intensos, e cada músculo do meu corpo se tensionou à medida que me aproximava do ápice. Meus gemidos ecoavam pelo banheiro, uma mistura de necessidade e prazer puro.
Meus quadris se moviam instintivamente contra minha mão, buscando mais, buscando alívio. O calor crescia cada vez mais até que finalmente uma onda de prazer avassaladora tomou conta de mim. Meu corpo arqueou e um gemido alto escapou da minha garganta enquanto me derramava, o alívio vindo como uma explosão de puro êxtase.
Encostei-me na parede, respirando com dificuldade, enquanto a água fria do chuveiro caia sobre meu corpo febril. O banheiro estava com o cheiro do meu sêmen, que jorrou e se espalhou pelo box. Minha mente se esforçava para voltar ao controle. Mas uma coisa era certa: Alice era a única coisa em que eu conseguia pensar, e o desejo por ela só parecia crescer.
Eu estava me sentindo um adolescente, que ponto cheguei, eu um lobo adulto me masturbando no banheiro por causa daquela humana.
— Maldição, Alice… o que você está fazendo comigo? — sussurrei, passando uma mão pelo rosto enquanto deixava a água do chuveiro tentar, ao menos, esfriar o calor que ainda ardia dentro de mim.

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