NOLAN
"E como está a Yena? Eu realmente adoro ela, sabe." Cindy colocou a mão sobre o coração e formou um sorriso com os lábios. "Ela realmente causou um grande impacto em mim."
Os olhos de Nolan rapidamente se desviaram dos de Cindy. "A Yena está indo muito bem. Obrigado por perguntar." Ele esboçou um sorriso educado antes de olhar novamente para Cindy. Ela não percebeu sua hesitação. A sala estava cheia de vozes e atividades, distrações por todos os lados.
"Por favor, me diga que irá trazê-la na próxima vez que vier me visitar," disse Cindy. "As crianças também a adoraram, e tenho certeza que ela iria gostar de ver todas as artes que criaram depois que ela veio aqui e deu aula de desenho para eles. Elas realmente não param de falar sobre isso desde então."
"Certeza que irei comentar sobre isso com ela", respondeu Nolan. "Ela ficará feliz em saber."
Apareceu um menino muito tímido e pequeno, segurando a perna de Cindy e espiando Nolan por trás do corpo dela. Cindy, distraída, acariciou a cabeça do menino, alinhando seus cabelos desgrenhados.
"E como vai o novo negócio dela?" ela continuou. "Eu a sigo nas redes sociais, é claro. Até pensei em enviar uma mensagem para dizer oi, mas fiquei nervosa. Será que a Yena administra a conta dela mesma, ou ela possui um gerente de redes sociais?" O menininho começou a puxar a barra da camiseta de Cindy. Ela se abaixou, pegou-o no colo, seus olhos ainda fixos em Nolan, e acomodou o corpo minúsculo do criança ao lado de seu quadril.
"Ah, é tudo ela," Nolan respondeu, bastante confiante que isso era verdade, mesmo sabendo nada sobre o novo empreendimento de Yena. "Você deveria mandar uma mensagem para ela. A Yena ficaria encantada em receber uma mensagem sua, Cindy."
Cindy ficou ruborizada, lançando um olhar duvidoso para Nolan. Então o menino se inclinou, chegando perto do ouvido dela e sussurrou algo. Nolan fingiu não ter ouvido o que o menino disse.
"Hmm. Por que você mesmo não pergunta ao Príncipe Nolan?" Cindy sussurrou de volta para o menino.
O menino, agora sorrindo timidamente, hesitou algumas vezes antes de conseguir falar em voz alta na direção de Nolan. "Você disse que conhece a Sra. Yena?" ele finalmente perguntou com uma voz fina como a de uma flauta.
Nolan sorriu para o menino. "Sim. Você a conhece também?"
Agora o sorriso do menino se expandiu por toda a largura de seu rosto, e ele assentiu freneticamente, movendo todo o corpa junto com a cabeça. "Eu conheço a Princesa Yena," ele disse. "Ela me ensinou a desenhar."
Nolan nunca teve o prazer de ver Yena interagindo com crianças. Pareceu que ela realmente conquistou alguns corações quando esteve aqui. Ele não esperaria nada menos de sua princesa.
Yena, no entanto, não era mais sua princesa, Nolan lembrou para si mesmo.
Ele realmente precisava começar a treinar sua mente para não pensar mais nela dessa maneira.
O pequeno garoto sussurrou para Cindy novamente, colocando suas pequenas mãos em torno de sua orelha e bagunçando seus cabelos.
“Então tá, vá e pegue. Rápido, por favor.” Cindy colocou o menino no chão e ele saiu correndo, desaparecendo no corredor. Ela viu ele indo, balançando a cabeça. “Senhores, peço desculpas por tê-los mantido aqui no saguão todo esse tempo. Onde estão meus modos?”
Cindy, puxando o cabelo em um rabo de cavalo fresco, gritou uma série de comandos para o quarto, primeiro dizendo às crianças para ficarem quietas e se acalmarem, depois delegando tarefas a seus funcionários. Os outros adultos começaram a se espalhar pelo corredor, levando linhas de crianças animadas e agitadas de pouquinho em pouquinho.
O saguão tinha esvaziado e Cindy estava agachada ao lado da cadeira de rodas de Alaster conversando com o velho quando o tímido garotinho retornou, correndo pelo corredor a toda velocidade. Ele levou a sério a instrução de Cindy para ser rápido.
O garoto foi direto para Nolan desta vez, parando a apenas uma polegada de seus pés. Ofegante de sua corrida, ele inclinou o pescoço para trás e olhou diretamente para o príncipe. Depois ele levantou as mãos, segurando orgulhosamente um desenho feito com giz de cera, apresentando-o como uma oferenda aos deuses.
Nolan pegou o papel delicadamente em suas mãos. Ele tinha sido dobrado e desdobrado em muitos lugares e estava amassado nas bordas, parecendo que havia sido carregado por um bom tempo.
Era uma imagem de um lobo, representada com a simplicidade de um trabalho infantil, mas precisa em sua descrição da criatura. No topo da página o garoto tinha escrito em letras grandes e trêmulas, “PARA: SENHORITA YENA". Ele tinha assinado seu próprio nome na parte inferior.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Rei Alfa quer se casar comigo!?