NOLAN
O secretário de Nolan não parava de mandar-lhe mensagens enquanto o príncipe voltava para casa. Eram mais reuniões a serem agendadas; mais problemas de trabalho.
Ele desligou o celular e o entregou a Yena, para que ela o guardasse na bolsa. Depois, pediu que ela se aproximasse dele.
A princesa deslizou para perto.
Ele colocou a mão por baixo da fenda na saia dela. Os dedos ásperos tocaram as delicadas meias de náilon, que subiam até as coxas de Yena e tinham uma pequena faixa de renda no topo.
Nolan chegou ao topo da meia e tocou a pele dela.
Então, cuidadosamente colocou a mão entre as coxas da garota.
Ela fechou os olhos e estremeceu.
Com a outra mão, Nolan virou o rosto dela na direção do dele.
Em seguida, sussurrou: “Abre os olhos”.
Yena abriu os grandes olhos azuis, e ele olhou no fundo deles.
Eles já estavam chegando ao palácio, no entanto. O homem lambeu os dedos e os secou em um lenço que tirou do bolso do paletó, e ela arrumou o vestido e o recolocou no lugar.
De volta à suíte dos dois, Nolan acompanhou Yena até a cama. Ele abriu devagar o zíper do vestido dela e começou a tirá-lo sem pressa.
Ela beijou o pescoço dele no processo e até começou a mordê-lo de brincadeira.
O coração do príncipe acelerou.
Ele desistiu de salvar o vestido.
O jeito foi arrancá-lo à força, rasgando-o em pedaços.
Yena sorriu para ele. Agora, tirando as meias com renda na parte de cima e os saltos altos, ela estava nua.
O homem a agarrou pelos cabelos e puxou a cabeça dela para trás. Ela ficou mole em seus braços, e ele a levantou do chão com facilidade.
Nolan amava como ela fazia isso; como o deixava fazer o que quisesse com o corpo dela. Isso mostrava o quanto confiava nele.
Ele se aproximou da cama e a jogou por cima do colchão.
Então, despiu-se devagar, sem tirar os olhos dela.
Ele subiu na cama e puxou Yena pelas pernas, para tirá-la de perto dos travesseiros.
Aí, sentou-se nos calcanhares e a puxou para cima de seu colo. Ela abriu as pernas e sentou-se nele lentamente, deixando-se ser penetrada aos poucos.
Nolan agarrou as meias de renda enquanto empurrava os quadris dela contra os dele. Ele começou brincando delicadamente com o tecido, fazendo pequenos furos na renda, onde enfiou os dedos enquanto fazia Yena quicar de leve em seu colo.
Depois, puxou com mais agressividade as meias, como se fossem cordas que pressionavam as coxas grossas da garota, fazendo-a gritar de prazer e de dor enquanto ela quicava com mais força no pau dele.
Não demorou para que ela estivesse de costas na cama. Nolan rasgou as meias dela aos poucos, deixando alguns pedaços nas pernas dela. A princesa gritava o nome dele, ficando cada vez mais fraca e mole.
Ele lhe deu um abraço apertado e desesperado, que ficava mais forte a cada segundo que os corpos deles permaneciam colados. Ele gozou quando não aguentou mais se segurar, e ela gozou junto.
YENA
“Seu aniversário tá chegando”, comentei. Eu estava com a cabeça confortável, aninhada na curva do ombro de Nolan, enquanto acariciava os pelos do peito dele.
Ele respondeu com um "aham".
“Aí, eu tava me perguntando”, continuei, “Não tem alguma coisa que você queira de presente de aniversário?”
Ele me lançou um olhar perverso e ergueu as sobrancelhas.
"Isso não", respondi, revirando os olhos. “Quero dizer, posso te dar isso também, mas tava falando de um presente de verdade. O que posso dar pra um homem que já tem tudo?”
Ele apertou os olhos. Tive a sensação de que não gostou de ser chamado disso.
"Nada?", insisti. “Tem que ter algo que eu possa dar ou fazer pra você.”
Acho que isso lhe deu uma ideia.
“Minha mãe vai me dar uma festa”, disse ele. “Talvez você possa fazer o terno que vou vestir nela.”
Sentei-me, olhei nos olhos dele e falei no tom mais calmo que consegui: “Eu adoraria fazer isso”.
Nolan sorriu.
Eu estava radiante, mas tentei agir como se não estivesse.
O fato de que Nolan usaria algo que fiz em um evento tão importante dizia muito.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Rei Alfa quer se casar comigo!?