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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 315

ELLIOT

Meus passos impetuosos, abafados pelo tapete da saleta, avançaram até a porta do quarto.

Eu estava tão puto que nem sequer parei para pensar que estava invadindo sua privacidade.

Agarrei a maçaneta e entrei de supetão.

—Aaaww, Duque… ahhh —um gemido rouco ecoou pelo quarto.

Fiquei congelado na entrada, o cheiro intenso de desejo e luxúria misturado com lavanda flutuando no ar, me fazendo estremecer.

Minha respiração acelerou ao ver o que acontecia diante dos meus olhos.

Rossella, sobre a cama, com as pernas totalmente abertas em minha direção, sua boceta rosada escorrendo fluidos que desciam pela curva das nádegas, encharcando os lençóis.

Dois dedos penetravam fundo naquela pequena abertura, e eu não conseguia desviar o olhar.

Meu corpo esquentava como um vulcão prestes a explodir, meu pau endurecendo ao máximo diante dessa visão provocadora.

Ela se contorcia, os pés se arqueando sobre o colchão, as costas curvadas pelo prazer intenso, os olhos fechados e o cabelo castanho molhado espalhado pelo travesseiro como um leque.

E aqueles seios... pelos céus, eu sabia que ela tinha peitos grandes, mas, porra... que visão deliciosa! Meu pau estava latejando, duro o suficiente para explodir.

Minha garganta secou.

Dentro do meu peito, a lascívia sombria rugia para sair; eu até dei um passo em direção a ela, lambendo os caninos.

Estava pinicando, ardendo naquela área.

Porra, porra! Não! Essa mulher... o que diabos ela está fazendo comigo?

—Aaahhh! Como ousa entrar assim no meu quarto?! —gritou de repente, sentando-se com os olhos arregalados, cheios de pânico e vergonha.

Parece que finalmente notou minha presença, depois de se gozar tão gostoso bem na minha frente, gemendo descaradamente o meu título.

Desviei o olhar quando ela fechou aquele robe indecente.

Mas, para ser sincero, já tinha visto tudo o que não me interessou nos últimos dez anos... e agora eu estava com os testículos tensos, latejando.

— Eu ordenei que você jantasse no salão...

— E só por isso acha que pode entrar assim, sem um pingo de educação, no quarto de outra pessoa?! — ela gritou furiosa, levantando-se.

Mas eu estava mais puto ainda, por ter me deixado levar por meus instintos primitivos.

— Esta é minha casa, e eu entro onde quiser, sem pedir permissão! E você não é uma "outra pessoa", você é minha esposa, goste eu ou não! — rosnei, virando o rosto de novo para encará-la.

"Porra, coloca algo decente, m*****a seja", pensei, forçando meus olhos a não desviarem para a maldit4 transparência colada nas curvas nuas dela.

— Duque, pare de fingir! Ambos sabemos que sou apenas sua esposa no papel! Aqui não há ninguém, só você e eu! — ela apontou o dedo, bem no espaço entre nós.

O mesmo dedo que ela usava para se tocar.

Minha mente travou quando a brisa trouxe o aroma da sua intimidade até minhas narinas sensíveis.

Quase grunhi de prazer.

Meus olhos focaram no brilho leitoso ainda visível na ponta daquele dedo, as sobras do seu orgasmo. Engoli em seco.

A boceta dela... porra... devia estar tão molhada e escorregadia agora, depois de gozar... Não! Maldit4 seja!

— Você tem três minutos para vestir algo decente e descer para o jantar ou eu volto aqui... e não vai ser nada agradável! — rugi, cerrando os punhos.

— Não quero mais jantar com você! Se tanto te incomoda minha presença, por que me obriga?! — ela deu um passo à frente, e o robe se abriu ainda mais, quase revelando um mamilo.

Meu pau pulsava violentamente dentro das calças. Eu precisava sair daquela armadilha agora!

— Não dou a mínima pro que você quer ou deixa de querer! É uma ordem! — urrei, batendo a porta ao sair, atravessando o corredor até o hall, tentando me controlar.

Fiquei parado ali, respirando pesadamente. Minha mente repetia aquela cena obscena em loop.

Olhei para baixo, encarando o volume evidente que deformava minha calça.

O cheiro da m*****a lavanda ainda flutuava no ar, me deixando mais louco. Por quê? Por quê?!

Era só uma mulher se masturbando, nada que eu já não tivesse visto antes.

Além disso, não era qualquer mulher.

Era a maldit4 que me obrigou a ficar preso nesse casamento todos esses anos com uma chantagem suja.

Mas a vergonha de ter sido pega assim, no meio daquele espetáculo, me travou completamente. Não consegui reagir.

Entrei no salão sem ousar olhá-lo, com o rosto e as orelhas queimando de vergonha.

— Onde eu me sento? — perguntei ao Sr. Wallace, ao não ver a mesa arrumada como da noite anterior.

— Aqui, Vossa Excelência — ele indicou o extremo oposto da mesa.

Bufei baixinho, um sorriso irônico se formando nos lábios, enquanto caminhava até o lugar indicado. A vergonha se dissipou no mesmo instante.

Era ridículo. Ele em uma ponta da mesa e eu na outra.

Se tanto nojo sentiu do que viu, por que diabos me forçou a vir?

Deixei os pensamentos de lado assim que a comida chegou. Eu só queria comer como se fosse a última refeição da minha vida.

O silêncio era absoluto, só o som dos talheres ecoava no salão.

— Mande as criadas prepararem uma bagagem leve. Amanhã você vai comigo inspecionar as terras do sul.

— O quê? — levantei o olhar do prato, chocada.

Engasguei, tossindo, até que me ofereceram um copo d’água.

— Duque... acho que não ouvi direito...

— Ouviu, sim — respondeu com frieza, encarando-me com seus olhos gélidos. — Já que tanto quis ser Duquesa, está na hora de agir como uma.

Ele me respondeu com uma voz rouca e autoritária.

Antes que eu pudesse protestar, vi-o limpar a boca rapidamente e se levantar, caminhando de forma impetuosa até uma porta lateral para sair.

— Sr. Wallace, mande o criado selar meu cavalo, vou cavalgar — ordenou, retirando-se e me deixando ali, perplexa e confusa.

Por que diabos o Duque me quer como acompanhante em sua viagem de negócios?!

“Querido diário de uma duquesa falsa: tenho uma dúvida que está me corroendo a mente.

Será que alguém poderia me dizer como assassinar um animal selvagem que se passa por Duque, sem deixar rastros ou evidências de que fui eu?”

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