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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 735

NARRADORA

— Não grita, querida, sou eu…

Meridiana suspirou aliviada e se derreteu contra o peito largo do seu macho, como se estivesse sem ossos.

Tinha sentido tanta falta dele que já ia se virar para beijá-lo, mas lembrou que ainda estava “usando” o corpo da donzela.

— Espera… — se remexeu nos braços dele.

Rousse entendeu a intenção e a pegou no colo num segundo, ajeitando o corpo da mulher sobre a caminha.

—Não devo ficar muito tempo fora dela… tenho medo de que possa morrer a qualquer momento — disse com um suspiro, arrastando sua sombra para fora da moça, que respirava com uma lentidão assustadora.

— Tudo bem, mas eu não aguentava mais ficar sem te ver ou te beijar.

Rousse a abraçou assim que Meridiana se materializou.

Ele também havia deixado de lado aquela aparência feroz de morto-vivo e voltado a se parecer com o homem do passado.

Descobriu que podia alternar sua forma, o que era uma bênção.

Essa versão “bonita” ele só mostrava para a sua fêmea.

— Rousse… — Meridiana cantarolou feito um passarinho ao ser apertada pela cintura e beijada com paixão.

Os lábios frios do general se moveram famintos sobre a boca dela.

Rousse quase rugiu como uma besta desesperada, saboreando-a, enfiando a língua para encontrar a dela.

Sentia falta do gosto dela, do calor do corpo pequeno, das curvas das costas até chegar na bunda.

A apertou com força, mal conseguindo conter sua lascívia.

Fez com que ela envolvesse sua cintura com as pernas enquanto a colocava sentada sobre a penteadeira simples.

Meridiana arfava alto, tentando recuperar o fôlego.

Rousse desceu as mãos para encher os seios pequenos por dentro do decote do vestido.

Rolou o mamilo duro entre dois dedos e deu leves puxadinhas, do mesmo jeito que fazia com o lábio inferior dela entre os dentes.

Chupou e mordiscou, engolindo os gemidos de prazer.

Sentia o calor da boceta dela contra seu abdômen, com as pernas bem abertas para ele.

O cheiro da excitação subia por entre as camadas de tecido, chamando por ele.

De novo, aquela sensação deliciosa desceu pela espinha até sua rola, que ia endurecendo aos poucos.

Ela lhe dava sua magia negra sempre que podia, e Rousse a bebia como um doente terminal.

Funcionava — não só a aparência dele se parecia com a que tinha em vida, como seu pau também entrava para a festa dos “revividos”.

O general até já tinha se aliviado com algumas punhetas escondidas.

Ele levantou o vestido dela, explorando as coxas, contornando a pele macia e cremosa, indo direto até empurrar por cima da calcinha.

O êxtase de saber que ela o desejava tanto quanto ele a desejava o fazia tremer de tesão, de luxúria.

Mordeu com força o próprio lábio e pressionou um dedo no centro molhado por cima da lingerie.

“Deusa, não acredito que vou fazer isso no quarto de uma moribunda…” Meridiana pensou, hesitando por um segundo que passou num sopro.

A vida e o romance dela eram tão estranhos — tipo, literalmente, seu amante já estava morto.

Então nada poderia superar ter um orgasmo “com a morte”.

A bruxinha se recostou um pouco e fez seu truque de magia.

Ela podia manipular tudo em si mesma, e a roupa não seria exceção.

Os olhos de Rousse se arregalaram ao ver os pedaços de pano desaparecerem, deixando aquele corpo virginal exposto.

O carmim tingia a pele branquinha, o cabelo loiro com tons rosados caía sobre os ombros e algumas mechas roçavam os seios delicados.

As auréolas contraídas o chamavam como cerejas prontas pra serem chupadas e lambidas.

Mas o prêmio maior estava entre aquelas pernas abertas.

Dava pra ver que ela lutava contra a própria timidez, mesmo assim manteve as coxas afastadas pra que ele a visse toda.

Aquela rosa linda já escorria de excitação só com uns beijos e carícias.

Rousse não aguentou mais resistir às tentações do pecado.

Se ajoelhou, abrindo ainda mais as pernas dela com as mãos calejadas, e sua boca foi direto saborear.

Meridiana se arqueou e mordeu os dentes pra não gemer alto e se denunciar.

Rousse a lambia de cima a baixo, enfiando a língua entre as dobras, chupando os lábios carnudos da boceta e os puxando com a boca.

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