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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 780

NARRADORA

— Dá para fazer isso rezando para o Deus Besta? — Aidan também perguntou, franzindo a testa.

A mesma ideia passava por dentro daqueles cérebros competitivos.

Que mania de querer demonstrar compromisso a qualquer custo.

—Não. Lykahel me deu essa bênção só para mim — Drakkar bufou, passando a mão ao redor da cintura de Lyra.

Família ou o que for, tantos machos ao redor da sua fêmea o deixavam nos nervos.

—Quem é Lykahel? — Aldric perguntou, já imaginando a resposta.

—É o Deus Besta — Drakkar respondeu como se nada fosse, e todos se olharam de soslaio.

Citar assim de boa, pelo primeiro nome, um Deus… ninguém se atrevia a fazer isso levianamente.

Bom, só certo vampiro com certa Deusa, que já nem dava bola para os chiliques dele.

Mas, no fundo do coração, embora Aldric tratasse Drakkar como um jovem lycan da família, entendia muito bem o quão especial ele era.

Ninguém sabia até onde chegaria o seu poder se ele ficasse sério, e Aldric só agradecia que aquele colosso estava do seu lado.

Quem consegue superar recusar a divindade por amor? A régua tinha ficado alta demais.

—O Deus Besta em pessoa veio buscá-lo e Khalum me escolheu acima da imortalidade, meu macho é incrível — Lyra até fez um biquinho de suficência.

Khalum e Drakkar viram o biquinho nos lábios dela e morreram de vontade de beijá-la de novo.

Deviam ter ficado mais tempo no seu espaço privado.

Os minutos não passavam igual lá; eles chegaram a dormir uma noite inteira e aqui tinham transcorrido apenas algumas horas.

—Hum-hum, baixa a temperatura aí, rapaz, porque essa roupa que você está usando não é lá muito conservadora — Aldric bufou, franzindo o nariz por causa das feromônios intensos.

Semideus ou o que fosse, seu corpo tinha reações bem “mortais”.

Drakkar era transparente demais com seus pensamentos pecaminosos e já o contorno do seu pau ia engrossando e fazendo um pico no tapa-sexo.

Quando Lyra baixou o olhar para ver a anaconda despertando, quis morrer na frente do avô e do pai.

O vermelho subiu pelo pescoço e pelas bochechas.

— É que eu amo muito a minha fêmea — Drakkar ainda teve a cara de pau de confessar, olhando-a intensamente, e aquela coisa foi para cima.

— Se controla, amor… — Lyra sussurrou entre dentes, beliscando o braço dele com a mão trêmula.

296. NÃO DÁ PARA SUPERAR O DRAKKAR 1

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