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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 823

FENRIR

Eu podia ser lento para muitas coisas, mas não para a sedução feminina e menos ainda para as tentativas desajeitadas e carinhosas da minha companheira destinada para me atrair.

Se nem precisava fazer muito, a condenada.

Jamais pensei que ver um pouco além das panturrilhas de uma mulher me deixaria o pau tão duro.

Então me cansei de fingir ser o cavalheiro que eu não era.

Quando Abigail se virou com o pretexto de que eu a ajudasse a soltar um pouco as fitas na parte de trás do espartilho… fui direto a despí-la de verdade.

Meus dedos se enfiaram entre o tecido macio enquanto eu me inclinava atrás das costas dela.

O cabelo vermelho-fogo repousava de lado, sobre seu ombro delicado.

Tudo na minha fêmea era tão delicioso e o cheiro que ela exalava me deixava descontrolado.

Abaixei a cabeça e aspirei o aroma da sua nuca.

Minha língua saiu para lamber a frágil coluna.

Os dentes do meu lobo coçavam para se cravar nessa carne tão tenra.

Grunhi baixo, ouvindo o ofego sair da sua boca.

Minhas mãos puxaram um pouco mais os nós embaraçados para poder tirar o vestido.

Beijei ao longo de suas costas e recolhi as gotas de suor que iam se acumulando na pele sedosa.

— Sshh, bebê… eu tô morrendo de vontade de te montar… — confessei como um pervertido, apertando sua cintura enquanto a colava de forma dominante no meu peito.

— Mnn, minha fêmea, você não imagina o quanto eu desejo desvirginar essa bocetinha apertada e te mostrar o prazer de um pau te fodendo bem gostoso… ggrr…

As palavras saíam sem controle, impulsionadas por todos os pensamentos sujos que passavam pela minha mente.

Agarrei seu cabelo no meu punho e a fiz expor o pescoço para mim enquanto eu a devorava com beijos e lambidas quentes.

Seus gemidos excitados me incitavam a continuar.

Abigail não resistia, nem mesmo quando minha mão rude se enfiou pela borda do decote folgado e comecei a apalpar aqueles seios tão deliciosos.

— Sss, porra, que macios… mmm… minha mulher… você é minha, ruiva sexy…

Eu a empurrei com meu corpo mais robusto, fazendo-a inclinar-se para a frente, apoiando as mãos sobre a manta.

As costas dela se arquearam contra mim e ela empinou os peitos para serem acariciados com apertões sensuais.

Meus dedos se afundavam nas aréolas franzidas, eu lembrava a cor e precisava saboreá-las na minha boca.

Segurei sua cintura e a movi sobre a manta.

Abigail se movia ao meu bel-prazer, se deixava fazer perversidades.

Quando a tive deitada sobre a manta, com o rosto corado, soltando suaves arfares entre aqueles lábios carnudos e os peitos para fora do decote, meu pau deu um pulo dentro das minhas calças.

Me toquei um pouco, ajeitando-o na braguilha. Minhas pupilas se estreitando, lançando um olhar lascivo de cima a baixo.

— Esta é a última chance para dizer que não, minha companheira — avisei, sentindo a voz cada vez mais animal brotar da minha garganta.

De repente quis mostrar tudo e comecei a abrir os botões da calça.

— Abigail, depois eu não vou parar, mulher — acrescentei, excitado com o desejo que brilhou naqueles orbes lindos ao ver o que eu tirava das minhas calças.

Meu pau enorme de lycan apontava para ela, babando um fio denso pela abertura na cabeça avermelhada.

— Tudo isso vai comer a sua boceta virgem… — inclinei-me sobre ela, abrindo suas pernas e me enfiando entre elas.

Peguei uma de suas mãozinhas e a levei ao meu pênis.

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