Ela permaneceu sentada por um longo tempo, com os olhos vazios e sem vida. Foi apenas quando Jona bateu à porta para perguntar o que ela queria almoçar que ela recuperou um pouco os sentidos.
Mas, fosse por ter tomado o café da manhã tarde ou por ter sua percepção da maldade de Catarina redefinida, ela não tinha apetite algum.
Ela balançou a cabeça suavemente. — Não precisa.
Jona percebeu que algo estava errado. — Diretora, a senhora está bem? Por que está tão pálida? Quer que eu...
— Não precisa. — Luna a interrompeu. — Peça uma sopa de carne com macarrão.
Jona olhou para seu rosto branco como papel, ainda preocupada, mas não disse mais nada e assentiu. — Certo. Se precisar de algo... é só me chamar.
— Certo.
Antes que a comida chegasse, o shake de frutas encomendado por Catarina chegou primeiro.
O copo dela foi, novamente, trazido por Clara.
A base era de chá preto, de cor marrom-escura, com muitas frutas: melancia, toranja, limão, uva...
O copo não tinha um selo, apenas uma tampa verde que era fácil de abrir e fechar.
De repente, ela perguntou: — Além de você, mais alguém tocou no meu copo?
Clara hesitou. — Quando os shakes chegaram, muitas de nós fomos procurar os nossos. Mas o seu foi... Catarina que me entregou.
— Cunhada, há algum problema?
Com tanta gente por perto, como Catarina conseguiu colocar a droga?
Luna franziu os lábios e balançou a cabeça. — Não é nada, só perguntei por perguntar. Você já almoçou?
— Ainda não, estava prestes a pedir. Cunhada, o que você quer comer? Posso pedir junto para você.
— Não precisa, Jona já pediu para mim. Pode ir.
— Tudo bem.
Assim que Clara saiu, Luna abriu a tampa do chá de frutas e cheirou. Não havia nenhum odor estranho, apenas um forte aroma de frutas.
Ela até mexeu com o canudo, mas não notou nada de anormal.
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Segredo por Trás da Traição
Porque não abre os capítulos? Que chato,não quer liberar? normal, é só não disponibilizar, mas já que disponibilizou libera os capítulos....