Durante a noite, o navio entrou em águas internacionais.
O coração de Waldir finalmente se acalmou!
Carlos não teria coragem de agir contra ele em território brasileiro, muito menos em alto-mar.
Ele e a oitava geração do vírus estavam seguros!
Waldir soltou um longo suspiro, apagou a luz e se preparou para dormir.
Mal tinha se deitado quando a porta do quarto foi aberta de repente, e uma silhueta entrou.
Waldir ficou alerta, rapidamente pegou a arma debaixo do travesseiro e a apontou para o intruso. "Quem é?!"
A pessoa parou na porta. "Sou eu."
Waldir ficou surpreso. No segundo seguinte, seus olhos se arregalaram e ele rapidamente acendeu a luz do quarto.
O visitante usava uma máscara e óculos escuros, parado na entrada, olhando para ele.
Waldir o examinou. "É você?"
"Sim."
Waldir nunca tinha visto a pessoa misteriosa e ficou desconfiado.
Afinal, quando se comunicaram há trinta anos, o outro já não era criança; agora, passadas mais três décadas, ele deveria ter por volta de cinquenta anos.
Mas olhando para o homem à sua frente, seu jeito de se vestir parecia bastante jovem.
Seria apenas pelo estilo de roupa?
Waldir o encarou com desconfiança e fez mais algumas perguntas, às quais o homem respondeu sem hesitar.
Após confirmarem a senha, Waldir finalmente se tranquilizou!
Apressou-se em guardar a arma, convidou o homem a sentar-se e desceu da cama para lhe servir um copo d’água.
"Por que não avisou que viria me procurar?"
Ele queria que o homem tirasse a máscara para beber água, assim poderia ver seu rosto.
Mas o homem recusou a água. "Onde está a oitava geração do vírus?"
Waldir, um pouco sem jeito, respondeu: "Vou pegar para você!"
Foi até o cofre, retirou uma caixa, abriu-a e colocou diante do homem.
"Veja, é esta aqui, a oitava geração."
O homem, usando luvas pretas, pegou cuidadosamente o frasco do vírus e o observou atentamente.
Waldir o encarava; mesmo sem ver seu rosto, tinha a impressão de que ele era jovem demais.
Com os olhos arregalados, olhou incrédulo para o homem mascarado e de óculos escuros.
"Você... você..."
Waldir tombou no chão com um baque, fitando o homem com um olhar mortal.
"Por... que me matou?"
O homem respondeu calmamente: "Você se expôs, não pode mais ficar vivo."
"Por que não mata Carlos, então?"
"Matar você tem um custo menor."
"Você... acha que, me matando, Carlos vai desistir de buscar a oitava geração do vírus?"
"Pelo menos ele não terá mais pistas."
"Ca... Cidade de Karl! Ele sabe que a Cidade de Karl é nossa base!"
"A Cidade de Karl também vai desaparecer."
Waldir, surpreso, cuspiu um jato de sangue.
"Você... já tinha tudo planejado? Me mataria assim que pegasse o vírus?"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...