Carlos semicerrara os olhos ao olhar para os dois. “Vocês têm certeza de que querem que eu jogue?”
César e Álvaro assentiram repetidamente. “Queremos!”
Carlos bateu o cinzeiro para tirar a cinza do cigarro. “Eu posso jogar, mas ninguém pode ficar de mau perdedor.”
Os dois responderam imediatamente: “Quem não aguenta perder é moleque!”
Após falar, ambos se viraram para Mateus:
“Mateus, você também aceita perder, né?”
Mateus respondeu: “Sempre respeito as regras!”
César e Álvaro voltaram a olhar para Carlos. “Ouviu, né?”
Carlos disse:
“Além da apresentação de talentos, vocês ainda precisam concordar com um pedido meu. Se concordarem, hoje à noite eu jogo com vocês.”
César e Álvaro perguntaram: “Que pedido?”
Carlos respondeu: “Quando vocês perderem, eu conto.”
“...E se você perder no final, também tem que aceitar um pedido nosso, sem reclamar?”
Carlos assentiu. “Sim.”
César e Álvaro concordaram na hora. “Fechado!”
Mateus também sorriu, apertando os olhos. “Eu também concordo.”
Carlos declarou: “Então está combinado. Daqui a pouco começamos.”
César e Álvaro disseram logo em seguida:
“Pra quê esperar? Vamos começar agora!”
Carlos apagou o cigarro no cinzeiro.
“Eu só vou ligar para minha esposa primeiro, dar boa noite e depois volto para jogar com vocês. Vão se preparando.”
Carlos saiu, e Álvaro gritou para dentro da sala de jogos:
“Hoje o Carlão vai jogar pesado com a gente! Quem vai participar? Se alguém ganhar, o Carlão vai ter que cantar e dançar de cueca samba-canção para todo mundo, e ainda vai realizar qualquer pedido nosso sem discutir!”
Ao ouvir isso, todos se animaram e logo se reuniram em volta:
“Caramba! O Carlão hoje tá ousado, hein!”
“Como é que joga? Eu quero ver o Carlão dançando funk de samba-canção!”
Ivo lhe entregou uma lista.
“Essa é a lista de quem estava na sala de jogos há pouco.”
Carlos pegou para conferir. Ivo comentou: “Só tem gente nossa.”
Ou seja, todos eram de confiança — não dava para saber quem poderia estar traindo.
Carlos sabia disso. Aquela noite, quem estava na ilha era gente de confiança.
Até mesmo os garçons e as diaristas eram deles.
Carlos deu uma olhada rápida na lista, largou-a sobre a mesa de centro e foi até a janela panorâmica, olhando para o mar.
“E você, qual foi a sua impressão?”
Ivo respondeu: “O olhar estava estranho, diferente.”
Carlos perguntou: “Percebeu alguma hostilidade?”
Ivo balançou a cabeça. “Não, mas senti um certo deboche.”
O deboche de que Ivo falava não era só de brincadeira — tinha um quê de desprezo.
Entre irmãos, ninguém olharia daquele jeito para eles.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...