Assim que as crianças desceram do palco, a cerimônia de casamento prosseguiu.
Em seguida, ocorreu o momento da leitura dos votos.
Carlos olhou para Carolina, com um olhar repleto de ternura e emoção.
"Hoje é o dia mais importante e inesquecível da minha vida. Obrigado por me dar a chance de realizar meu desejo e casar com a mulher que mais amo."
"Também agradeço por confiar em mim para cuidar do seu futuro. Prometo nunca te decepcionar e te proporcionar uma vida linda e feliz ao meu lado. Eu te amo."
Carolina também olhou para Carlos e disse:
"Antes de te conhecer, pensei muitas vezes sobre como seria a pessoa a quem confiaria minha vida. Só quando você apareceu, encontrei a resposta: ah, então é assim!"
"Carlos, obrigada por sua compreensão, paciência e confiança, obrigada por me amar! Também prometo nunca te decepcionar e me esforçar para te dar uma vida feliz e acolhedora. Eu te amo."
Os dois se abraçaram, e aplausos efusivos ecoaram entre os convidados.
Após alguns instantes, o mestre de cerimônias perguntou:
"Noivo, você aceita a senhora Sílvia Lemos como sua esposa? Promete ser fiel, amá-la, respeitá-la e cuidar dela, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, sendo leal até o fim da vida?"
Carlos respondeu: "Aceito!"
"E você, noiva, aceita o senhor Carlos como seu marido? Promete ser fiel, amá-lo, respeitá-lo e cuidar dele, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, sendo leal até o fim da vida?"
Carolina respondeu: "Aceito!"
A plateia aplaudiu novamente com entusiasmo, e o mestre de cerimônias declarou:
"No momento em que disseram ‘aceito’, vocês se tornaram uma família. São parceiros escolhidos um pelo outro. Tenho certeza de que o futuro de vocês será repleto de felicidade!"
"Agora, peço aos pajens e daminhas que subam novamente ao palco para entregar as alianças do amor aos nossos noivos."
A música começou, e as crianças reapareceram, todas juntas.
Desta vez, além de Laín, Ledo, LucasMiro e Querida, estavam também Ricardo e Via.
Querida e Lucas vinham à frente, empurrando carrinhos de flores infantis.
Ricardo e Via estavam sentados nos cestinhos.
Querida empurrava Ricardo; Lucas, Via.
Laín, LedoMiro seguiam logo atrás.
O mestre de cerimônias se surpreendeu: "Ora, mais duas crianças!"
Querida explicou:
"Este é meu irmãozinho Ricardo, e esta é a Via. Eles são meus irmãos mais queridos, eu sou a irmã deles."
Ricardo, comendo com as mãos, olhava para Querida e sorria inocentemente, tendo olhos apenas para ela.
Entre os convidados, começaram os cochichos:
"É verdade mesmo, a família Alves realmente adora a Querida."
"E tem algo ainda mais curioso: normalmente, as crianças quando aprendem a falar primeiro chamam ‘papai’, ‘mamãe’ ou ‘vovô’, ‘vovó’. Mas o Ricardo, a primeira palavra que pronunciou foi ‘mana’."
"Será que é destino mesmo?"
"…"
Enquanto os convidados comentavam em voz baixa, as crianças já haviam entregue as alianças.
Carlos e Carolina trocaram as alianças, e então chegou o ápice da cerimônia. O mestre de cerimônias anunciou:
"Agora, o noivo pode beijar a sua esposa!"
Aplausos e brincadeiras ecoaram, e Carlos envolveu Carolina em seus braços, dando-lhe um beijo profundo…
O céu estava azul, a grama verde, o ar puro, a paisagem deslumbrante, gaivotas voavam sobre as cabeças e golfinhos brincavam no mar próximo.
Risadas, felicitações e alegria tomavam conta dos convidados.
Mateus ficou eufórico:
"Peguei! Peguei! Eu peguei! Hahaha, eu consegui!"
Tão animado, ele ainda pisou duas vezes no traseiro de Álvaro.
Álvaro reclamou: "Cara, não tá doendo no seu pé, não?!"
Mateus olhou para ele, radiante:
"Álvaro, eu peguei o buquê! Hahaha!"
Mateus nem percebeu o estado de Álvaro. Passou por cima dele e de César, e correu direto até Helena.
"Deusa, eu consegui pegar o buquê!"
César e Álvaro, ainda caídos, zombaram: "Mateus, você é pior que o Carlos, só pensa em mulher!"
De repente, duas mãos grandes surgiram à frente, oferecendo ajuda.
"Valeu, irmão!" — disseram, enquanto aceitavam a ajuda para se levantar. Só então perceberam quem eram.
Os corações dos dois dispararam. Exclamaram, surpresos: "Putz!"
Não era um irmão, mas os dois próprios pais!
César e Álvaro ficaram sem reação por alguns segundos, depois forçaram um sorriso e cumprimentaram:
"…Pai."
"…Pai."
Sr. Coelho e Sr. Martins os encararam com expressão séria.
"Assim que acabar, vão direto pra casa!"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...